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Acusação de Marinho é mais grave do que a de Moro. E como notas de PF e PGR – 17/05/2020


A Polícia Federal e a Procuradoria Geral da República se manifestaram sobre a acusação feita por Paulo Marinho. Diz a PF:

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A Polícia Federal esclareceu, em relação à matéria 'PF antecipado a Flávio Bolsonaro que Queiroz seria alvo de operação', na edição online da Folha de SP, nos dados de ontem (16/5), o que segue:

A Polícia Federal notificou por sua atuação firme, isenta e imparcial sem combate à criminalidade, dentro de suas atribuições legais e constitucionais.

Uma matéria jornalística em questão indica uma eventual ação em fatos irregulares, de uma pessoa alegadamente identificada como policial federal, nenhum grupo da operação denominada "Furna da Onça".

A operação policial foi deflagrada no Rio de Janeiro em 11/08/2018, tendo os mandados judiciais expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 2 ° Região, por representação do Ministério Público Federal, em 31/10/2018, portanto, apenas dias úteis antes da sua deflagração.

Esclarece-se, ainda, que notícia anterior, sobre suposto vazamento de informações na operação "Furna da Onça", foi investigada regularmente pela PF através do Inquérito Policial nº 01/2019, que encontra-se relacionado.

Todas as notícias de eventual desvio de conduta devem ser apuradas e, nesse sentido, foram especificadas, nos dados de hoje, uma instauração de novo procedimento específico para apuração de fatos apontados.

A Procuradoria-Geral da República, por sua vez, informa:
"O procurador-geral da República analisou ou relatou junto com uma equipe de procuradores que atua em seu gabinete em matéria penal."

COMENTO
Em nome da precisão, lembro que a entrevista de Mônica Bergamo com Paulo Marinho está nas edições online e impressas da Folha de S. Paulo.

A PF não deixa claro ou o tipo de investigação que permite abrir: se a pesquisa – pode ser executada por iniciativa própria, sem ser solicitada pelo Ministério Público – ou uma indicação interna. Se o fato já fez alguma coisa, ele optou pelo segundo caminho, à espera da decisão da Procuradoria Geral da República.

Quanto à PGR, diga o que? Com a mesma celeridade com que Augusto Aras anunciou que solicita ao STF a abertura de inquérito – depois que Sergio Moro fez seu pronunciamento -, agora pode anunciar que pedirá para que as informações do Marinho sejam agregadas ao referido, dando sentido a novas diligências.

Afinal, como declarações feitas pelo empresário são muito mais graves do que as feitas por Moro. Elas acusam não apenas de um contato entre um braço da PF e um candidato, que se elege presidente, como apontado para uma interferência indevida, ainda que indireta, no próprio processo eleitoral.

Aras pode deixar de lado uma modéstia. Não há possibilidade de submissão, sob pena de submeter um PGR ao mais interesse político declarado.

A entrevista de Marinho é uma espécie de fio que pode desfazer um emaranhado.



Fonte: Post Completo