BH registra extinção de 11.299 empresas


O fechamento da atividade foi efetivado por 3 milhões de operações e 7,5 milhões de serviços na Capital | Crédito: Manoel Evandro

Números da Junta Comercial do Estado de Minas Gerais (Jucemg) deram conta de 11.299 empresas extintas na Capital, nos últimos meses, em função das medidas de distanciamento social em combate ao Covid-19.

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Diversas atividades econômicas da cidade estão proibidas de funcionar há quase quatro meses, desde a publicação do Decreto nº 17.304, de 18 de março de 2020, da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH).

Ao todo, foram 10.541 microempresas, 300 empresas de porte pequeno e 458 de porte normal, que encerraram suas atividades na capital mineira, conforme Jucemg. Em termos de setores, foram realizadas 3 mil operações de comércio, 800 da indústria e 7,5 milhões de serviços.

“Nós estamos cansados ​​de saber que isso vai acontecer. Ninguém escapou desta onda. Fechou e vai quebrar ”, disse o prefeito Alexandre Kalil (PSD) ao ouvir os dados do presidente do Indicador de Lojistas de Belo Horizonte (Sindilojas-BH), Nadim Donato, em reunião com representantes de diversos métodos de Belo Horizonte, na última quinta-feira (2).

O encontro foi marcado por números e discursos alarmantes por parte dos empresários, enquanto os membros do Comitê de Enfrentamento por Epidemia de Covid-19 da cidade, o secretário Municipal de Saúde, Jackson Machado Pinto, e o presidente explicado como ações para casos de casos da doença na Capital.

De acordo com o último boletim epidemiológico, Belo Horizonte, até o momento, 169 óbitos pela doença e 7.561 casos confirmados. Com uma evolução da doença na cidade, o Executivo optou por recuperar a flexibilização das medidas de distanciamento social. No dia 29 de junho, a cidade voltou à chamada fase de controle e somente as atividades essenciais estão autorizadas a funcionar.

Assim, em vários setores como vestuário, os bares e os restaurantes seguem sem poder abrir para o público desde março e os números de extinção de empresas na Junta Comercial é crescente.

Para uma idéia, de janeiro a maio deste exercício, foram protocolados 17.030 pedidos de extinção que consideram como empresário, Ltda, S / A, cooperativa, outros e Eireli. Na mesma época do ano passado, o número chegou a 11.941. Isso significa um crescimento de 42,6% entre os períodos.

Quanto às constituições, ao todo, foram 19.540 nos cinco primeiros meses deste ano em 21.013 negócios formalizados na mesma época de 2019. O que indica 7% de um exercício para outro.

Com uma ocupação registrada de leitos de enfermaria e de Unidades de Terapia Intensiva (UTI), os pacientes com Covid-19, cada vez mais próximos de 100%, o Conselho Municipal de Saúde de Belo Horizonte (CMSBH) recomendam ao Executivo a execução de bloqueio na cidade.

O órgão também solicitou a abertura imediata do Hospital de Campanha do Governo Estadual, montado no Expominas, na região Oeste da Capital. Com a chegada do pico da doença em Minas Gerais, previsto para o próximo dia 15, a estrutura permitirá, enfim, entrar em operação.

Em nota, o conselho disse que, “apesar de ser uma medida médica”, ou o bloqueio “é uma alternativa mais adequada para reduzir os índices de ocupação tanto nos leitos de CTI quanto a enfermaria, e evitar, assim, a morte por desassistência de usuários e usuários do SUS na capital mineira ”.

A recomendação foi feita após a resolução do plenário do conselho, com a participação de usuários do SUS, trabalhadores e gestores – incluindo diretores de hospitais da Capital. Os dados do boletim epidemiológico da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) de sexta-feira (3) indicaram uma ocupação de 87% das UTIs aplicadas ao Covid-19 e 73% das vagas para doenças nas enfermarias.

Procurada, uma Secretaria Municipal de Saúde informou que recebeu uma sugestão do Conselho e da Prefeitura e o Comitê de Enfrentamento à Epidemia de Covid-19 acompanham três indicadores fundamentais para definir os passos do plano de reabertura gradual do comércio: um taxa de uso de leitos de UTI Covid, de enfermaria e o índice de transmissão.

Por meio de nota, um Pasta disse que toda decisão do Executivo é controlada por monitoramento de índices e que o “Comitê de Perfuração está disponível enquanto não houver uma vacina para controle de novos coronavírus na cidade que terá um conviver com reaberturas e controle de comércio, dependendo dos níveis de avaliação ”.

O Conselho Municipal de Saúde também solicitou o aumento do número de leitos em hospitais públicos e, se necessário, comprar leitos de CTI em hospitais privados da cidade – medidas já adotadas.

Hospital de Campanha – Em relação ao Hospital de Campanha construído na capital mineira, embora o governo de Minas Gerais insista em dizer que não há dados para a abertura, informações sobre o acesso ao equipamento que será disponibilizado nos próximos dias.

Com uma aproximação do pico da doença, uma saturação de leitos na grande parte das cidades e uma recomendação pelas autoridades, o Executivo mineiro parece não ter outra saída.

Nesse sentido, uma Secretaria Estadual de Saúde (SES) disse que o hospital tem condições de funcionar assim que há necessidade de receber pacientes para tratamento de Covid-19.

“A abertura do hospital pode ocorrer, usar o processo de seleção da Organização Social, operando com 30% de sua capacidade, utilizando todos os recursos exclusivos do governo do Estado. O processo de seleção da Organização Social segue em andamento, com previsão de conclusão para 16 de julho. A partir disso, o Hospital de Campanha já pode operar com 100% ”, disse em nota.

No entanto, em contato com um relatório, fontes que mostram o próximo centro de convenções em que foi montada a estrutura que movimento ou movimento por lá já foram levantadas e que algumas pessoas que usam o estacionamento do local foram avisadas da restrição a partir da próxima semana, em virtude do início das operações do Hospital.

Além disso, o governo público estadual, em Minas Gerais, na sexta-feira (3), uma série de editais e avisos relacionados aos extratos de contratos da Polícia Militar para prestação de uma série de serviços no hospital temporário, como: alimentação e nutrição de pacientes e funcionários, aquisição e manutenção de equipamentos médicos-hospitalares e realização de exames laboratoriais.

Por fim, a Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig) iniciou o processo de seleção por meio de chamada pública emergencial na última quinta-feira (2) para ocorrer entre 3 e 7 de julho de 2020, por meio de recebimento de currículos e análises curricular, para atuar no atendimento aos pacientes com sintomas da Covid-19 no Hospital de Campanha do Expominas.



Fonte: Post Completo