Bolsonaro pediu que evitassem faixas contra o STF e o Congresso em ato


BRASÍLIA – Nenhum momento em que tente diminuir a temperatura da crise política que pode ocorrer em um eventual processo de impeachment, o presidente Jair Bolsonaro fez chegar às líderes do ato de apoio ao seu governo a partir de domingo, 17, um pedido para evitar faixas e palavras de ordem contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso.

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Um grupo de manifestantes pró-Bolsonaro, preso pelo fechamento de poderes executivos e legislativos durante um ato em Brasília

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Foto: Gabriela Biló / Estadão Conteúdo

Bolsonaro, segundo um dos seus próximos auxiliares, fez o pedido de algumas líderes de movimentos que ele tem contato, justificando que uma insurgência contra os demais poderes não estava sendo usada neste momento em busca de uma tragédia. O presidente está pressionando pela crise da pandemia do coronavírus, que incluiu a saída de dois ministérios da Saúde, e o STF que apura como acusações do ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, que ele interfere no comando da Polícia Federal.

Alguns organizadores das manifestações ficaram encarregados de solicitar os apoiantes que recolhem as faixas, principalmente quando o presidente aparecia na rampa do Palácio do Planalto. A preocupação era evitar que mais uma vez o presidente aparecesse na imprensa cancelando um ato antidemocrático. Apesar disso, algumas cartas permanecem na manifestação.

Ao participar de um ato ao lado de 11 ministérios, Bolsonaro fez questão de reforçar o que não existia contra os demais poderes. "Nenhuma faixa, nenhuma bandeira, que atente contra nossa Constituição, contra o Estado de Direito", disse o presidente durante a transmissão, em relação aos manifestantes.

Esta é a primeira vez que um integrante do Planalto admite a presença da relação do presidente com as líderes das manifestações. Em fortes anteriores que pediam o fechamento do Congresso e do STF, Bolsonaro, apesar de participar, afirmou que tratou de uma ação espontânea e sempre negou que incentivava seus apoiadores. Apesar do pedido do presidente para coletar as faixas, o relatório auxiliar Bolsonaro nunca solicitou o que eles receberam.

Um dos principais líderes dos atos, o capitão da reserva da Marinha Winston Lima disse que não houve um pedido do presidente para evitar críticas. Segundo, uma iniciativa de fazer uma caça às faixas com conteúdo antidemocrático ocorreu após perceber ou incorrer em Bolsonaro.

"Vamos ver como a mídia chama os atos antidemocráticos por causa de uma ou duas faixinhas, mas elas não representam os apoiadores.

Percebemos também que o presidente não queria. Ele chegou a dizer isso após a manifestação no Quartel-Geral, mas não fez nenhum pedido ", afirmou.

De acordo com o militar que diariamente fica na porta do Palácio de Alvorada, à espera de uma saída do presidente pela manhã, os líderes solicitam para evitar afrontas para o STF e para o congresso ocorrido ainda na convocação do ato. A orientação era para que os apoiadores se concentrassem em palavras de exaltação ao presidente.

"Avisamos antes, mas quando alguém foi descido para o Palácio do Planalto, onde o presidente estava autorizado, pedimos para pessoas que não estavam com cartazes. Elas entendem bem", disse Lima. Segundo ele, o manifesto outros demais neste momento em que o presidente busca uma aproximação não era conveniente. "Não tem sentido. Como as coisas estão entrando nos eixos com relação ao STF e ao Congresso. Estão se acertando", disse.

Na última semana, o chefe do Executivo organizou uma reunião com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, ao receber no Palácio do Planalto. Na anterior, foi recebido junto com empresários pelo presidente do STF, ministro Dias Toffolli. Uma visita surpresa não pegou bem no Corte e foi vista como uma pressão presidencial, mas Bolsonaro avaliou que o gesto demonstra sua disposição para o diálogo.

Na última sexta-feira, 15, o ministro Celso de Mello, do STF, enviou o comunicado ao Palácio do Planalto para informar o presidente do processo de tramitação no Tribunal de Justiça que envolve um pedido de impeachment apresentado contra ele. A determinação do decano também abre espaço para Bolsonaro se manifestar e contestar uma ação, caso queira.

O processo foi apresentado pelos advogados José Rossini Campos e Thiago Santos Aguiar com o objetivo de cobrar, pela Justiça, que ou o presidente da Câmara analisa um pedido de afastamento protocolado por eles em março. Interpelado pelo decano, o Maia se manifesta solicitando que o Tribunal rejeite ou solicite que o impeachment seja uma "solução extrema".

Veja também:

Prisão de Queiroz em Atibaia

Estadão

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Fonte: Post Completo