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Bolsonaro queria trocar chefia na PF por suspeita de espionagem da esquerda – Rubens Valente


O presidente Jair Bolsonaro reclamou com o ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública) sobre a nomeação da delegada da Polícia Federal Carla Patrícia Cunha sem carga de superintendente da PF de Pernambuco, em dezembro passado, porque ela havia exercido uma função comissionada no governo estado. O Executivo pernambucano é governado por Paulo Câmara (PSB-PE), de um partido que integra a base de oposição ao governo federal no Congresso.

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Fontes ouvidas pela coluna, que pediram para não ter os nomes divulgados, que Bolsonaro suspeita de "espionagem" do governador do PSB, ou que foi negado na época pelo diretor geral da PF, Maurício Valeixo.

O assunto da superintendência pernambucana foi citado em uma frase de prestígio prestada pelo general Augusto Heleno, ministro-chefe do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), ouvido pela PF nesta terça-feira (12). Quando o ministro falava sobre a suposta preocupação de Bolsonaro com uma "tentativa" das superintendências da Polícia Federal "em outros estados além do Rio de Janeiro", o ministro disse que "percebeu uma preocupação do presidente (Jair Bolsonaro) com um SR / PE (Superintendência Regional de Pernambuco), com uma ligação entre o superintendente e o governo do Estado ".

Embora tenha dado essa informação, que indica uma política de motivação de Bolsonaro contra uma delegada, Heleno não foi mais indicado sobre o assunto, de acordo com o termo de depósito. Não foi instado a explicar qual seria o problema de "suposta ligação" entre a delegação e o governo estadual e qual a relação com o tema de "inventário".

No depósito que prestou à PF na segunda-feira (11), o Valeixo disse explicitamente ao Moro, quando surgiu uma dúvida, que foi delegada à Carla, mas ainda exerceu o cargo de corregedora da Secretaria de Defesa Social, órgão da área de segurança pública do governo Paulo Câmara de 2017 a 2019, era um quadro técnico e experiente da Polícia Federal.

Carla foi escolhida pelo diretor geral e assumiu a posição de superintendente em dezembro de 2019. Segundo Valeixo, ela já havia sido delegada regional de combate ao crime organizado pela Superintendência de PF em Pernambuco e, sem período de gerenciamento, "houve mais operações especial naquele Estado ".

O Valeixo relatou ainda à PF que a pressão para troca de Carla, verbalizada por Moro, era "menos contundente" que o exercício para troca da Superintendência do Rio de Janeiro. Uma coluna apurou que as pressões vinham do próprio Bolsonaro até Moro. No fim, tanto Moro quanto Valeixo contornou como pressões e Carla não foi mantida em carga, não permaneceu até hoje.

A coluna contém perguntas à delegada Carla Patrícia, por meio da assessoria de comunicação da Superintendência da PF no Recife (PE), mas não houve retorno até o fechamento deste texto. Quando e se a resposta for enviada, o texto será atualizado.



Fonte: Post Completo