Campinas tem outubro mais seco em 6 anos e recorde de calor em série histórica, diz Cepagri | Campinas e Região


Campinas (SP) teve o outubro mais seco em seis anos, de acordo com dados fornecidos ao G1 pelo Centro de Pesquisas Meteorológicas da Unicamp (Cepagri). Além disso, o período marcado pela temperatura mais elevada registrada desde 1990 pela estação em Barão Geraldo, de 38,7º C, no dia 6.

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O volume de chuva acumulada na metrópole durante o mês foi de 44,2 milímetros (mm), segundo a meteorologista Ana Ávila. O representação total redução de 20,5% no comparativo com os 55,6 mm somados no mesmo período do ano passado; e equivale a 38,7% da média histórica de 114,2 mm.

Quantidade inferior de chuva no mês foi registrado anteriormente em 2014, ano marcado pela escassez hídrica, quando o total foi de 35 mm, destaca o Cepagri. Veja evolução no gráfico.

Chuva em Campinas no mês de outubro

Metrópole registra menor volume em seis anos, diz levantamento.

Fonte: Cepagri da Unicamp

“As frentes frias passaram com pouca atividade chuvosa aqui pela região continental, passaram mais pelo litoral. Com isso, as alterações subiram muito, nós tivemos vários dias ensolarados. Não teve um fenômeno específico, a não ser essa passagem fraca das frentes frias, vários dias de sol e predomínio das massas de ar seco e quente “, avalia Ana Ávila ao explicar os motivos que provocaram redução das chuvas e recorde da temperatura aferida pela estação, no dia 6.

A Defesa Civil divulgada em 7 de outubro que a temperatura máxima de 40,4º C em Campinas, mas uma imagem é feita com base em termômetro colocado na Estação de Tratamento de Água (ETA) Capivari. As diferenças entre regiões e sensores influenciam os resultados, segundo a meteorologista.

Os dados do Cepagri mostram, ainda, que as médias médias – mínimas e máximas – subiram no comparativo com 2019: passaram de 18,2º C e 31,2º C para, respectivamente, 18,4ºC e 31,5º C.

O volume de chuva acumulada pela metrópole desde janeiro não foi confirmado pelo Cepagri até a publicação, em virtude da análise de dados, mas um meteorologista acredita que o total deve ficar abaixo da média histórica, de 1,4 mil milímetros. Nesta semana, O Consórcio das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ) determinou o estado de restrição do consumo de água na região em virtude da estiagem associada ao aumento da demanda e baixa quantidade de precipitações.

“É preocupante sim [redução em outubro], porque é um período de retorno das chuvas. Em novembro não tem como estimar, mas espera-se que seja uma situação dentro da normalidade “, destaca Ana.



Fonte: Post Completo