Campinas: uma saúde adoecida que merece cuidados


Falta de gestão e políticas públicas. Escândalos com desvios recursos públicos da superfície da saúde.
Centros de Saúde sem Profissionais

Os mais de um milhão de habitantes de Campinas (SP), quotidiano com a falta de estrutura quando se fala de Saúde. Uma das cidades mais ricas do país, com polo tecnológico, cortada por algumas das mais importantes rodovias do País e sede do Aeroporto Internacional de Viracopos, tem índices altíssimos de desigualdade social.

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FALTA DE POLÍTICAS PÚBLICAS

Grande secção da população não consegue acessar os serviços públicos que são de recta e, quando eles podem, alguns deles estão em estado deficitário. A Health é uns serviços que o atual poder público mais negligencia à população campineira.

Em vários Centros de Saúde faltam profissionais, essenciais essenciais e problemas de manutenção predial e de equipamentos.

O Meio de Saúde “Dra. Veridiana Toledo Promanação ”, no Jardim Satélite Íris 1, província do Campo Grande, inaugurado em 2018, em que o atual governo do prefeito Jonas Donizetti gastou R $ 3,2 milhões na construção e na compra de equipamentos, não tem médico para atendimento.

Segundo informações do Recomendação de Saúde, houve uma redução de 13% no número de funcionários, de 2016 para 2020, quando o número deveria aumentar, levando em conta o aumento da população, assim uma vez que uma perspectiva de melhorias no atendimento.

Outro oferecido ser considerado é o decréscimo de cirurgiões dentistas na rede municipal. Em 2002, com uma população de 969.396 pessoas, uma rede municipal contava com 260 cirurgiões dentistas. Hoje, com uma população estimada em 1.204.073 pessoas, são 160 somente profissionais.

Atualmente, as categorias que estão com maior déficit são os técnicos de enfermagem, agentes relevantes de saúde e os profissionais da saúde bucal (dentistas, técnicos saúde bucal e auxiliares saúde bucal).

Hospital Ouro Virente dirigido por Os é sempre um pouco de inúmeros problemas de gestão

HOSPITAL OURO VERDE

Sem d finale outubro, houve exoneração em tamanho de trabalhadores da saúde do Hospital Ouro Virente em meio à pandemia do novo coronavírus. Mais de 50 funcionários de diversos setores foram dispensados, segundo informações do Sinsaúde (Sindicato da Saúde de Campinas e Região).

As dispensas foram feitas de forma arbitrária e sem nenhuma negociação prévia com o sindicato, prejudicando a população que precisa de atendimento em meio a uma pandemia, os trabalhadores que perderam seus postos de trabalho, e os demais funcionários do hospital que agora atuam com sobrecarga.

O Hospital Ouro Virente é gerido por uma OS (organização social). Oriente protótipo de gestão no hospital já foi o intuito de um dos maiores escândalos no governo do prefeito atual. Entre os envolvidos estava o secretário de Assuntos Jurídicos, Silvio Bernardin, que foi recluso, empresários e também o empresário e médico Gustavo Khattar de Godoy, rebento de Sylvino de Godoy Neto, possuinte do jornal Correio Popular, o principal jornal da cidade.

Imagem divulgada depois operação realizada pelo Grupo de Atuação Privativo de Combate ao Delito Organizado (Gaeco / MPSP), com o escora da Polícia Militar que apreendeu R $ 1,2 milhão desviados dos recursos públicos da superfície de saúde durante o governo do atual prefeito Jonas Donizetti

Um relatório de uma auditoria interna apontou que os prejuízos causados ​​pela Vitale Saúde – Organização Social que administrava o Hospital Ouro Virente – ultrapassam a zero de R $ 40 milhões. A Vitale recebia da Prefeitura de Campinas tapume de R $ 10 milhões por mês para gerir o Hospital Ouro Virente.

Em 2015, o vereador que também é médico da rede, Pedro Tourinho, já apontava irregularidades em empresas habilitadas pela Prefeitura de Campinas para uma disputa pela gestão do Hospital Ouro Virente.

A investigação sobre denúncias de desvios de verba no Hospital Ouro Virente teve início com a publicação de uma reportagem do Jornal Metro, do Grupo Bandeirantes de Informação. Na reportagem, o vereador Pedro Tourinho (PT) denunciava irregularidades no processo de licitação para um novo contrato de governo do Hospital Ouro Virente. A reportagem pessoal menção à Organização Social Vitale Saúde, vencedora da licitação. Entre os apontamentos estava o indumentária de a Vitale ter nos seus quadros, diretores vindos da Pró-Saúde – Organização Social acusada de irregularidades em outras localidades. Todas as denúncias logo desprezadas pelo governo municipal foram comprovadas ao longo de 10 meses de investigações.

ESCUTAS

Os promotores avaliam que a licitação fraudulenta foi o primeiro passo para a apropriação em larga graduação do verba público. Escutas telefônicas de 32 aparelhos monitorados com autorização judicial e 6 endereços de e-mail, exibição de um grupo muito maior que o formado pelos denunciados nessa primeira lanço, levando vantagem com loteamento de serviços prestado no Ouro Virente, com compras superfaturadas e pagamento por serviços nunca prestados.

Dos R $ 10,9 milhões repassados ​​mensalmente pela prefeitura, a Vitale se retirou R $ 250 milénio reais.

O verba era pago a título de consultoria. Os fornecedores eram empresas que tinham os chefes do esquema uma vez que sócios.

O escândalo veio à tona em 2017, e a Procuradoria-Universal de Justiça (PGJ) inicia investigações contra o prefeito Jonas Donizette, depois ele ter sido citado por empresários, em escutas telefônicas gravadas pelo Ministério Público (MP), sobre supostas obtidas para beneficiário de OS Vitale.

A investigação corre em sigilo. Todos os réus impulsionados à ação em liberdade. E a população é quem paga.

O Prefeito Jonas Donizette em uma sessão da Câmara Municipal

UM CONTATO

Durante uma pandemia, Campinas teve 38.498 casos e 1.333 mortes, segundo informações da Secretaria de Saúde da cidade.

E mais: são registrados, em média, 14,8 casos por dia desde o primórdio do ano. Desde janeiro até o dia 18 de setembro, foram 3.880 diagnósticos de dengue, também segundo dados da própria Secretaria Municipal de Saúde.

FALTA DE GESTÃO

Há graves problemas de manutenção predial e de equipamentos. Nos últimos anos, a falta de medicamentos essenciais tem sido uma uniforme. Há falta de funcionários que se aposentam, morrem ou são exonerados. O planejamento técnico feito para as compras fica comprometido nessa governo, uma vez que os cortes são feitos pelo Comitê Gestor ligado ao gabinete do prefeito e sem participação de nenhum técnico da saúde. E os gestores da saúde não tomam nenhuma atitude eficiente em relação ao indumentária.

A Azitromicina, antibiótico utilizado em diversos tratamentos, inclusive de pacientes infectados pela covid-19, chegou a estar em falta em Campinas.

OUTROS PONTOS

Reformas de Centros de Saúde:

• Sem planejamento, causando transtorno à população

• Obras excedendo o tempo de entrega

• Depois a reforma, os prédios com problemas nas estruturas

• Não tem profissionais de saúde suficientes para atender a população

Construção dos Centros de Saúde nos residenciais Sirius / Cosmo e no Jardim Myrian:

• São os moradores que fazem pressão para a construção, pois uma prefeitura não prioriza a construção para uma população

Atendimento nos Hospitais Dr. Mário Gatti e Ouro Virente:

• Espera de mais de 60 dias para o início do tratamento de doenças oncológicas

• Falta de profissionais em diversas áreas

A cidade tem oportunidade de escolher o protótipo de saúde pública que deseja

ELEIÇÕES 2020

Em 2018, Campinas registrou um totalidade de 849.127 eleitores. Nesse ano, Campinas superou Guarulhos, que tem 814.342 eleitores, e passou a ter o segundo maior escola eleitoral do estado, ficando detrás somente do município de São Paulo, que tem 9.052.724 eleitores.

No entanto, no primeiro vez das vantagens de 2018, desse totalidade de eleitores, Campinas registrou uma continência de 22,19%, 2,84% dos votos em branco e 5,92% nulos. Ou seja, 31% dos eleitores não apoiaram nenhum dos candidatos.

CANDIDATOS

Em Campinas três médicos são candidatos a prefeito da cidade.

DR. HELIO (PDT)

(Dr. Helio foi cassado em 2011, agora em 2020 teve uma candidatura indeferida e aguarda julgamento de recurso)

Dr. Helio copiou o projecto da eleição de 2016, quando teve uma candidatura indeferida. Nele, propõe produzir o Instituto de Saúde da Mulher para auxílio à prevenção contra o cancro do pescoço do útero e de úbere, combate e prevenção aos efeitos da menopausa, o sedentarismo, a obesidade e o consumo de álcool e fumo.

O candidato promete também produzir o “Linhão da Saúde” para transporte de serviços de urgência; aumentar uma vez que equipes de médicos de família; intensificar ações contra dengue e febre maculosa; Organizar Centros de Saúde com Isenção, “considerando uma vulnerabilidade social da população assistida”.

DARIO SAADI (REPUBLICANOS)

Dário é o candidato solene do prefeito Jonas Donizette. Dário foi vereador e teve passagem por inúmeros partidos. Também foi diretor do Hospital Mário Gatti.

A saúde está no nono tópico do projecto de governo, citada em dois paragrafos e oito palavras-chave que não são desenvolvidas.

E um texto introdutório “Só um médico que conhece muito muito a superfície, e tem experiência real na gestão da Saúde, pode fazer a diferença, nesse momento que Campinas precisa restabelecer o desgaste do setor e repor sua estrutura, depois as dificuldades impostas pela crise da pandemia do novo coronavírus. ”

PEDRO TOURINHO (PT)

Pedro Tourinho é médico sanitarista da rede, servidor público e vereador. Foi criada ao Governo Jonas Donizette e responsável de denúncias de irregularidades no processo de licitação do novo contrato de governo no Hospital Ouro Virente.

O programa traz 13 compromissos com a vida, sendo o segundo a promessa de saúde humanizada.

Reforça a relevância da equipe, que na saúde “é gente que trata de gente” afirma sobre a queda do número de servidores em relação a 2016 motivando a fileira de atendimentos na rede municipal. Compromete-se repôr boletim por meio de contratações emergenciais, e também iniciar mutirões de cirurgias eletivas, diagnósticos do cancro e retomar uma vez que consultas de pacientes com doenças crônicas.

O pedido propõe, ainda, reunificar a rede básica com a urgência e emergência e ampliar o programa de Saúde da Família.

Afirma também reconstituir equipes por meio de concursos públicos e assim e ampliar a cobertura dos Centros de Saúde, além de substanciar o programa do Meio DST AIDS e outras políticas para “populações marginalizadas e invisíveis: os negros, LGBTQIA +, idosos, entre outros”.

Informações sobre todas as candidaturas:
https://www.prefeituraveis.minhacampinas.org.br/

DESAFIO

Campinas terá em 2021 um orçamento de R $ 6,49 bilhões, valor que significa subida de 4,7% sem comparativo com o valor do treino atual (2020), para a saúde a previsão do recurso e da ordem de R $ 1, 31 bilhões. Caberá ao novo prefeito (a) realmente pensar de forma coletiva e no muito geral para a cidade. Ter um sistema público de saúde é fundamental para as cidades, pois é uma garantia de cidadania plena. O recta à saúde insere-se numa dimensão social, fruto da evolução dos direitos humanos fundamentais.



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