Cidade depende, hoje, de UTIs estaduais


A rede pública tem 98 leitos públicos, contando com o Estado

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Caso não exista desocupação nos leitos públicos municipais, Sorocaba continuará a exigir a aplicação do Estado para pacientes da cidade, disputando vagas de UTI com outros 48 municípios, como ocorreu nesta sexta-feira (10). A rede municipal de Saúde tinha apenas um leito de estabilização disponível, conforme o censo divulgado pela Secretaria de Saúde (SES). São 43 no total, sendo 40 de UTI, na Santa Casa.

A rede pública tem 98 leitos públicos, contando com o Estado. Dos 55 do Adib Jatene e do Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS), apenas cinco estavam disponíveis. Havia dez pacientes de Sorocaba à espera de vaga na rede estadual, além de dois munícipes da Votorantim – ou seja, o número de pacientes em espera na era ou o dobro das vagas livres. Eles aguardaram a remoção na UPH Zona Leste (cinco pacientes), na UPH Zona Norte (quatro), nenhum hospital de campanha (dois) e na UPH Zona Leste (um).

O médico Ademir Watanabe, secretário da Saúde. Crédito da foto: Secom / Divulgação

Não há previsão de criação de novos leitos de UTI em Sorocaba e, nesse contexto, o secretário de Saúde, Ademir Watanabe, é taxativo ao responder se o município estiver se referindo à Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde (Cross) gerenciada pelo governo do Estado: “Neste momento, sim”.

Ele lembrou que não há alternativa à situação. “Quando existe recurso pelo SUS, temos que utilizar. Hoje eu tenho na cidade um serviço de atendimento ao SUS. Porém, eu também tenho o Cross, que me oferece serviços pelo SUS, por exemplo, em outros locais: São Paulo, Jaú, Jaboticabal. Isso é tudo que é aplicado pelo Estado. Eu não posso solicitar nenhum serviço dentro da cidade enquanto eu ainda tiver esses serviços ofertados pelo Cross, porque é um serviço SUS. Caso contrário, eu cometerá uma improbidade. Eu tenho que seguir os princípios do SUS. Existe uma portaria sobre isso, que, infelizmente me bloqueia ”, lamenta.

“Agora, eu tenho que me lembrar também que temos leitos de estabilização em todas as nossas unidades pré-hospitalares, com respiradores”, ressaltou Watanabe, sobre as vagas das unidades de saúde que atendem emergências. Conforme ele, na semana que vem, ou no município recebe 13 novos respiradores: “Para quem pode fechar esse ciclo com todas as nossas UPHs, para que exista pelo menos um equipamento de manutenção da vida.”

Na UPH Zona Norte, há quatro leitos de estabilização com respiradores; três na UPH Oeste e três na UPA do Éden. A UPH Leste tem cinco respiradores únicos e mais três emprestados pela Prefeitura. Todos esses leitos estavam ocupados, mas não proibidos por pacientes com Covid-19.

Hospital de campanha

O hospital da campanha Douglas Barbosa de Medeiros registrou ontem (10) a primeira morte do paciente, conforme confirmado pelo secretário Ademir Watanabe. A vítima era uma mulher de 37 anos.

“Recebemos uma notícia pela manhã e estamos muito chateados”, disse o secretário, informando que o paciente chegou ao local já apresentou um quadro grave de saúde. Um SES detalhou que ela apresentava comorbidades, sendo obesidade e hipertensão. Não há informações de quantos dias ela passou internada no local.

O hospital de campanha de Sorocaba tem capacidade, atualmente, para 40 pacientes de enfermaria e três pacientes de estabilização. Durante a coletiva, Jaqueline Coutinho anunciou que, na semana que vem, entre terça e sexta-feira, ou local deve ter novos leitos ativados, chegando a 84 no total – sendo 75 clínicos e nove de estabilização. O hospital de campanha começou a receber pacientes em 22 de maio. (Marcel Scinocca)



Fonte: Post Completo