Conheça as novas tecnologias para 'segunda onda' do trabalho remoto – INFOR CHANNEL


Depois do movimento do escritório em casa consolidado por uma grande parcela de empresas brasileiras, especialistas em segurança da informação já discutidos como suporte de equipes de TI, quando os computadores que hoje estão nas residências de milhares de trabalhadores retornaram para o ambiente corporativo, sem colocar em risco como redes das empresas. O processo de “sanitização” será uma peça-chave no tratamento desses dispositivos para evitar uma série de “infecções” que podem colapsar como redes de empresas, causando uma série de danos incalculáveis.

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É nessa fase da "segunda onda" do escritório em casa que as novas tecnologias se tornam como grandes aliadas para aplicar essa demanda que está por vir. Algumas ferramentas são fundamentais e devem ser colocadas como prioridade nesse processo. O especialista em Segurança Cibernética do NetSecurity, Henrique Lopes, lista algumas das principais tecnologias e cuidados que as empresas precisam ter hora de migrar como máquinas do escritório em casa para o ambiente corporativo sem colocar em risco a segurança das redes. Confira:

– VPN: Apesar de ser o primeiro passo, uma rede virtual privada de tecnologia – VPN, apresenta como essencial para simplificar o tráfego de dados de forma segura. Porém, existem algumas soluções de VPN mais robustas, que fazem a verificação do processo de conformidade que algumas configurações, como para liberar perfis de acesso ou gerar uma regra que conecta uma máquina em um único servidor, ou que já minimiza o risco de uma possível infecção.

– Criptografia de Dados: Dentro da gama de ferramentas de segurança da informação, estas ganham cada vez mais destaque como as tecnologias de criptografia de dados do HD para proteção em casos de furto ou roubo de máquinas. Como as técnicas de codificação criadas como parte importante da segurança dos dados, pois as informações protegidas confidenciais de ameaças que são exploradas por malware e acesso não autorizado por terceiros. A criptografia de dados é uma solução de segurança versátil: pode ser aplicada a um dado específico – como uma senha, ou mais amplamente, a todos os dados de um arquivo ou ainda a todos os dados contidos na mídia de armazenamento.

O processo de "higienização" será uma peça-chave no tratamento desses dispositivos para evitar uma série de infecções que podem colapsar como redes das empresas, causando uma série de danos incalculáveis

– Segundo Fator de Autenticação: E levando em consideração o fato de que as empresas estão cada vez mais complicadas garantir que quem está tentando acessar os sistemas é quem realmente diz ser, o uso de senhas ainda é apresentado como o principal mecanismo de autenticação. Com uma gama de ameaças de phishing e golpes que surgiram durante uma pandemia, ou roubo de credenciais ainda é uma possibilidade. Nesse caso, contar com uma ferramenta do segundo fator de autenticação é uma opção que garantirá o controle de acesso à rede e protegerá as informações sigilosas.

– DLP: A tecnologia Data Loss Prevetion – DLP ou, Prevenção de Perda de Dados, não é novidade no mercado, mas voltou ao centro de discussões por seu recurso, que serve exatamente para analisar os arquivos acessados ​​por um funcionário, além de conseguir colocar um funil para verificar quem acessou. Alguns podem dizer que é uma solução complexa, por depender da classificação da informação, mas o objetivo é gerar um registro necessário de todos os acessos, para que uma empresa não consiga fazer o rastreamento ou o rastreamento no caso de vazamento de dados, como também é analisado a origem do problema.

– Firewall: Solução de segurança específica em hardware, software (mais comum) ou ambos, a partir de um conjunto de regras ou instruções, analise ou faça o tráfego de rede para determinar quais são as operações de transmissão ou recepção de dados que podem ser executadas. Trata-se da primeira linha de defesa na proteção de informações confidenciais, fazendo uma espécie de 'filtro' de links maliciosos. Hoje, os firewalls evoluir para centralizar outras funções de segurança, fornecer políticas, gerenciar e ferramentas de geração de relatórios projetados para facilitar a implantação de ferramentas e o gerenciamento de equipes.

– SOC: Se uma empresa já apresenta um nível de maturidade de segurança da informação, é interessante por um tempo especializado no Centro de Operação de Segurança – SOC, que segue e avalia a saúde digital da companhia. Essa equipe consegue entender o que aconteceu, gerar o incidente de segurança e, até mesmo, excluir todos os registros da máquina do usuário se necessário. Segundo o Gartner, até 2022, 50% de todos os SOCs transformam em Centros de Operações de Segurança mais modernos, com capacidade de resposta a incidentes, além de inteligência e caça a ameaças, em comparação com 2015, que apresentam um índice inferior 10%.

“O escritório em casa trouxe soluções mas também muitos desafios nesse momento crítico da pandemia para a maioria das empresas. O ponto de vista tecnológico, isso cria riscos especiais de segurança cibernética que minimiza as chances de evitar possíveis dores de cabeça quando uma situação é normal e todos voltam ao escritório. Precisamos estar preparados para enfrentar esse novo momento ”, conclui Lopes.



Fonte: Post Completo