Coronavírus: Ciesp aponta que pode haver 26,4% de volume de negócios em abril na região de Campinas | Campinas e Região


Dados divulgados pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo nesta terça-feira (26) cerca de 26,4% sem volume de negócios na região de Campinas. Os números são referentes ao mês de abril deste ano em comparação com o mesmo período de 2019.

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Uma baixa foi formada pelo montante de importações e armazenada pelas empresas na região. Em abril de 2019, foram US $ 1195,3 milhões negociados, enquanto no mesmo período de 2020 foram US $ 880,2 milhões.

"Então foi bastante grande a menos. Isso implica que as empresas e indústrias da região exportam menos e importam menos. Elas importam menos, depois caem na produção delas, caem na venda, caem na demanda e elas não são importadas. Então isso tudo explica o que está acontecendo hoje, inclusive o termo de demissões ", afirma o diretor do Ciesp-Campinas, José Nunes Filho.

Corrente comercial na região de Campinas

O Ciesp registrou cerca de 26,4% em abril

Fonte: Ciesp

A queda em abril foi a quarta seguida registrada em 2020, já no primeiro trimestre, já havia acumulado retrações na corrente comercial. Em janeiro, a baixa foi de 5,4%; em fevereiro de 1,6% e março de 2,7%.

Essa diminuição no ritmo de negócios tem um impacto imediato nas empresas e 60,98% disseram, em pesquisa realizada pela Ciesp, já tiveram uma redução de pelo menos 30% nos negócios durante uma pandemia de coronavírus (Sars-Cov-2). Além disso, 21,95% afirmaram que tiveram demitir funcionários em abril.

Esse cenário, somado às dificuldades enfrentadas pelo comércio e pela indústria em quarentena, faz com que as projeções feitas pelas empresas e pelo diretor sejam pessimistas para o segundo semestre – 73,17% afirmaram na pesquisa acreditar em uma tendência de ocorrer nenhum faturamento.

"Esse ano está comprometido, acho que dificilmente as pessoas conseguem alguma coisa ainda esse ano. Se começar a retomar realmente com um pouquinho mais do ímpeto, não haverá mais final do ano, com o Natal, com a chegada do Natal. Mas acredito que vai ficar para o ano que vem mesmo uma reforma mais significativa, mais sólida ", diz Nunes Filho.

Sede do Ciesp na região de Campinas, SP – Foto: Fernando Pacífico / G1 Campinas

O diretor faz coro ainda a maioria dos associados da Ciesp-Campinas e pede pelo fim de quarentena e retomada gradual das atividades nos mais diversos setores. O decreto do governo de São Paulo vai até o dia 31 de maio.

"Uma indústria precisa de reforma, porque o comércio não é vendido, não gera demanda para a indústria. Os negócios são todos interdependentes. Então, quando você faz parte de um negócio, toda a cadeia produtiva atrás. E é o que está ocorrendo hoje. Toda a indústria está parada porque não tem demanda de comércio. E então o comércio não faz venda e não compra da indústria. Então acredito que essa reforma do comércio, serviços de bares, restaurantes, shoppings, lojas, início, vai ser lento. Vai ter que ser gradual até por questão de segurança ", completa Nunes Filho.

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Fonte: Post Completo

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