Covid-19: 3 meses após o primeiro caso, Campinas ainda não atingiu o pico – cotidiano


Centro de Campinas na última terça-feira (9) (Foto: Denny Cesare / Código19)

O registro do primeiro caso de novo coronavírus em Campinas completo três meses neste sábado (13). Em 13 de março, uma Secretaria de Saúde confirmou que uma estudante universitária da cidade estava contaminada – ela contraiu uma doença em uma festa de casamento na Bahia.

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Três meses depois, a cidade soma 3.680 casos confirmados, com 148 óbitos. Uma pandemia afetada ou cotidiana da cidade de forma profunda: boa parte do comércio e serviços enfrentados mais de 70 dias em quarentena, bares e restaurantes continuam fechados para atendimento ao público e as autoridades sofrem que executam para executar a estrutura de atendimento aos contaminados pela cobertura -19.

O salto no crescimento de casos aconteceu no início de junho, apenas após o reajuste nas medidas de restrição – no dia 11 de maio, o prefeito Jonas Donizette (PSB) autorizou uma reabertura de concessionárias de veículos, armazéns e setores administrativos de empresas de eventos e turismo. A flexibilização foi uma resposta à prorrogação da quarentena no Estado, nessa ocasião, até o dia 31 de maio.

No dia 1º de junho, Campinas tinha 1.614 casos de covid-19, com 78 mortes. Apenas 12 dias depois, o número de casos avançou 128% e, o óbito, 89%. Além disso, mais da metade dos registros dos últimos três meses foram confirmados nos primeiros 13 dias de junho – 2.066 casos, 56,1% do total. Em relação às mortes, 47,2% do total foram registrados nos últimos 13 dias.

O aumento de arrependimentos de casos confirmados e de óbitos, no entanto, não inibidos na Prefeitura de Campinas em autorizar uma reabertura de parte do comércio e serviços desde o último dia 8. E, segundo especialistas, essa flexibilização precoce após a cidade ainda é o pico de casos.

Gráfico mostra evolução dos casos de coronavírus em Campinas (Foto: Divulgação)

FASES

"Em todos os países afetados pela pandemia há três fases claras. Crescimento, estabilização e queda. Como os casos ainda estão crescendo, significa que não passam da primeira fase", diz Rickson Coelho Mesquita, professor de física da Unicamp, que analisa modelos matemáticos de evolução da pandemia.

O epidemiologista André Ribas Freitas, professor de São Leopoldo Mandic, é mais claro: "Se alguém não vê o pico, é porque ainda não chegou. O pico aparece quando os casos diminuem".

Segundo Mesquita, chegar ao pico é importante porque, a partir daí, entra em uma nova fase – a estabilização, quando o gráfico formata ou chama "platô". "Depois que isso começa a cair. É essa fase que os países promovem uma reabertura", aponta.

Para o professor, uma reabertura do comércio, com uma aglomeração nas ruas do centro de Campinas, vistas durante uma semana, vai demorar ainda mais a chegada do pico e o conseqüente controle da pandemia. "A situação ainda é muito crítica. Deveria voltar para o comportamento que tivemos no início de março, levar a sério ou distanciamento", afirmou.

CRÍTICAS

André Ribas Freitas também critica a reabertura e diz que o aumento no número de casos significa que as ações captadas até agora não estão causando efeito. "Quarentena inteligente, retomada consciente. Pode dar o nome que quiser. Agora é preciso aumentar como ações de controle, não diminuir", afirmou.

Segundo, uma imposição de uso de máscaras e álcool gel é efetiva, mas também não estão sendo suficientes. "Não há controle de aglomerações em ônibus e espaços públicos. Não tem máscara e álcool em gel que considere", disse.

O epidemiologista também conduz uma abertura desenfreada de leitos como forma de lidar com o problema. "Vai chegar uma hora em que não vai mais abrir. Outra coisa que precisa ser dita é que 40% das pessoas com covid-19 que vão para UTI acabam falecendo. Ou você: abre ou não o UTI, mas a morte Comparando com dengue, é a mesma coisa que dizer para as pessoas que não se preocupam mais em acabar com criadores de mosquitos, porque vai ter vagas em hospitais para elas depois.O que as pessoas precisam fazer é evitar a doença, e não so oferecer tratamento ", analise.

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Fonte: Post Completo