Covid: casos de síndrome respiratória e falsos graves mascarados em Campinas | Campinas e Região


O aumento de internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG), aliado ao alto percentual de falhas nos testes de diagnóstico de Covid-19, pode mascarar os números de pandemia em Campinas (SP) – até a manhã deste sábado (16), na cidade registrou 775 infectados, com 34 mortes e 1,6 mil casos descartados.

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Segundo o médico infectologista Raquel Stucchi, da Unicamp, cada 100 pessoas infectadas pelo novo coronavírus, 30 deles podem receber ou testar como negativo, seja por coleta durante o período ideal ou por falha na técnica.

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Dados divulgados pela prefeitura mostram que entre janeiro e maio, uma rede de saúde atendeu 1.104 casos de SRAG de moradores de Campinas. O número é 150% maior que o registrado no mesmo período do ano passado (440) e, inclusive, todos os casos de 2019: 1.045.

Apesar do aumento, apenas 15% desses pacientes (170) tiveram o diagnóstico de Covid-19. O mesmo que resta foi "descartado" na conta dos infectados, a Vigilância Sanitária atribui esse volume de internações por síndrome respiratória ao Sars-Cov-2.

"Pode ter outra coisa circulando, mas tudo leva a um crivo que é Covid-19. Se comparar com outros anos, não apenas aqui, mas em todo o mundo, os casos de SRAG com média da média", avaliou Andrea Von Zuben, diretora do Departamento de Vigilância Epidemiológica (Devisa) de Campinas.

Síndrome respiratória x Covid-19 em Campinas

Dados de pacientes residentes em Campinas

Fonte: Devisa / Prefeitura de Campinas

De acordo com Andrea, isso ocorre porque os testes disponíveis "não são tão bons" e só detectam a presença de vírus ou de ataques, se colhidos em uma janela determinada de tempo a partir do início dos sintomas.

"Às vezes, o exame é realizado quando não há uma carga viral suficiente para testar positivo, nem é permitido indicar quem foi infectado. Ainda não temos um teste tão bacana que consiga detectar com uma sensibilidade tão alta", pondera.

Segundo Raquel Stucchi, professora da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia, para os exames de PCR com swab nasal (de secreções), ou o período ideal para o uso de medicamentos entre o terceiro e o sexo dia dos sintomas.

"Antes ou depois disso, não há uma quantidade de vírus suficiente para o positivo. Uma pessoa pode estar com vírus e fica negativa. Ainda pode haver falhas na técnica de coleta do exame, em torno de 30% dos contaminantes usados ​​falsos. Raquel.

Uma técnica de PCR para detectar material genético de vírus que causa a covid-19 – Foto: Getty Images

A respeito do aumento de casos de síndrome respiratória, uma professora da Unicamp afirma que parte deles está ligada a uma "abertura de fila" dos sistemas de saúde, que notifica todos os casos de falta de ar como SRAG, sendo que em muitos casos, com ausência de outros sintomas, causa mais provável e outra doença e não Covid-19.

"Insuficiência cardíaca, metástase pulmonar, uma anemia grave, entre outros. Todos esses quadros podem apresentar falta de ar", pondera.

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Formas erradas e correções de uso da máscara de proteção contra o coronavírus – Foto: Arte / G1



Fonte: Post Completo

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