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Dr. Magno busca desvincular ou carreirismo político | A Rede


Médico e verificador de sinalização que não irá carregar apenas um
bandeira da saúde, cita apoio de outros partidos e cita que é candidato por não
se sentir representado em Ponta Grossa

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O médico e vereador Doutor Magno Zanellato (PDT), deu
sequência à série de entrevistas dos pré-candidatos à Prefeitura de Ponta Grossa
nas eleições municipais de 2020. O parlamentar, que participou do Doc.com na
Rede! ', Iniciativa do Portal aRede e Jornal da Manhã com o blogdodoc.comcitou
que sua candidatura traz um diferencial: não está ligado ao famoso carreirismo
político. Confira os principais pontos da entrevista.

Veja a entrevista completa clicando aqui.

Por que ser prefeito? Qual intenção, ideia
para a cidade?

Dr. Magno: Estamos com um projeto diferente, de um nome de
uma terceira via. Alguém assim que não tem seu nome consolidado na política.
Eu entrei na política há três anos e meio como candidato a verificador pelo PDT.
Nesse período concorrente, depois de dois anos, uma conjuntura política era extremamente
favorável, a gente acabou soltando o nome de deputado estadual.

À época realizada uma campanha praticamente sozinha, sem
muitos apoios e reproduzidos uma votação expressiva. E, novamente vejo um cenário
que nos permitem colocar o nome, mas fundamentalmente uma proposta diferente:
alguém que não pleiteia a vida pública como uma única opção de vida, uma
carreira política única.

Eu sou médico, gosto muito da minha profissão, exercito ela da
melhor maneira possível. Entrei na política para contribuir. A gente consegue
notar que o Legislativo contribui bastante. Nós como podemos fiscalizar, temos
um grande poder de influenciar nas decisões do Executivo. Mas, como Poder
Executivo, aí você tem uma caneta na mão.

O senhor é o presidente municipal do PDT. Existe
conversa com outro partido para viabilizar uma campanha?

Dr. Magno: Não somos ingênuos em pensar no partido, por
mais que seja médio ou grande, ele sozinho fará, concretize essa escolha.
Precisamos de apoio. Estamos buscando isso desde que pegamos a presidência do
diretório municipal de Ponta Grossa. Desde o final do ano passado, estamos
trabalhando intensamente nisso.

Não são questões fáceis. As pessoas que têm características,
que se aproxima mais daquilo que você propõe. Temos alguns partidos:
conversamos com o MDB, com sua direção municipal, estadual e uma conversa
muito propositiva, muito boa. Acredito que existe uma proximidade muito grande,
gostaríamos de ter o MDB nesse apoio.

Vejo que alguns partidos, evidentes, fazem jeito que 'Magno'
procura, os outros pré-candidatos vão procurar esses partidos. Nós tivemos essa
conversa, muito produtiva. Outro partido é o Patriotas. Tivemos uma conversa
muito boa com o Avante.

Até as convenções, que foram postergadas por conta do
adiamento das eleições, tem muitas conversas. Patriotas e Avante: o senhor acha
que viabilizaria uma candidatura sua?

Dr. Magno: Acredito que nós viabilizaremos nem que formos
independente. Se for para o PDT, vamos propor uma candidatura mesmo com o partido
sozinho. Evidentemente, quanto mais forças agregadas, melhor. Mas, se não
conseguir nenhuma força adicional, querer participar do mesmo modo
somente o PDT, nosso partido.

Temos um compromisso com o diretório municipal, uma chapa
verificadores completos, pessoas que acreditam numa organização diferente do
partido. Temos debatido um programa de governo com todos esses pré-candidatos a
liderança da nossa cidade. Estamos trabalhando semanalmente a respeito dessas
proposições.

O reflexo da pandemia do coronavírus sentirá muito
pelo próximo prefeito. Como o senhor enxerga isso?

Dr. Magno: Há pouco, antes de iniciar uma pandemia, nós dentro
da Câmara Municipal de orçamento ou orçamento de 2021, previsto em torno de R $
1 bilhão. Hoje em dia só se formos inocentes pensar que vai manter esse
orçamento. Deve ter caído aos mesmos números de 2020, se não cair até um pouco
mais.

Vamos trabalhar com o mesmo orçamento de R $ 700, 750 milhões.
O estrago que foi feito nas empresas de Ponta Grossa, vamos ver esse
reflexo no segundo semestre e evidentemente se concretizando no ano que vem.
Mais uma vez falo que isso aí é mais um fator de necessidade de você fazer
uma administração extremamente técnica, equilibrada.

Como o senhor avalia o enfrentamento da pandemia em
Ponta Grossa?

Dr. Magno: É muito difícil um prefeito, numa novidade dessa,
problema assim, muitas vezes tomar o caminho mais certo possível. Mesmo porque
a gente não sabe qual é o mais certo. Quando você começa a analisar o que
já aconteceu e já passou, e depois de três meses decorridos, veja, nós fechamos
a Câmara Municipal dia 23 de março. Reabrimos praticamente três semanas depois.

Estamos tendo sessões desde então. Mas, o comércio não abriu
nesse período. Nós complementamos três meses num atendimento muito aquém
daquilo que faz manter uma empresa com as portas abertas. Para mim tá muito claro
que isso, tudo vendo agora, retrospectivamente, e que gente gosta com antecedência
e agora a gente pode julgar.

Diante do cenário que o senhor expôs, como
dificuldades no futuro próximo, como seu plano de governo lidará com isso?

Dr. Magno: Por que eu lanço meu nome uma pré-candidatura à
Prefeitura de Ponta Grossa? Porque eu não vejo o candidato A, B, C ou D me
incluir. Se eu tiver alguns candidatos que me representam, que
eu realmente visse que tinha características de seriedade, com ou sem
dinheiro público, eu provavelmente iria apoiar esses candidatos.

Em detrimento da minha profissão, eu gosto muito da minha profissão
profissão, atuação como médico e não precisa estar participando de política para
participar. Não consigo ver essas pessoas, pré-candidatos, alguém que
represente, que tenha essa seriedade. Vou dar um exemplo: na gestão atual e de
tantas outras que já passaram, precisamos de dinheiro, é um todo, você
não tem mais do que isso aqui.

Sua bandeira em relação à campanha vai ser uma saúde?

Dr. Magno: Eu tenho várias bandeiras. A saúde não tem como
fugir da minha pessoa. A minha vida é uma vida dentro do hospital, área da
saúde, atendimento a pessoas, aos problemas de saúde. Então, essa (área) tá em
primeiro lugar. Mas, acho que tenho absoluta convicção de que tenho uma
vivência, algo que eu posso ver na questão da educação.

E, o que nós queremos no PDT? Estamos juntando 29
pré-candidatos. Mais de seis, sete, oito pessoas que são professores falando da
educação o tempo inteiro. Nós queremos estar juntos com pessoas dentro do
próprio partido, temos pessoas que estão à frente da educação há anos, sabe
hall dentro da educação. Como não vamos fazer algo interessante na educação, se
estamos cercando pessoas que conhecem muito bem a educação?

Direita e esquerda. Como o senhor se posiciona?

Dr. Magno: O equilíbrio é sempre no meio. Muitas vezes se
fala no centro, parece que algo está em cima do muro, mas o equilíbrio é o que
precisa, isso que as pessoas tentam agregar. Eu sempre fui um profissional liberal
e que imagem ou nosso sistema gerenciador eficiente. Se o comando é estatal, ou se
comando privado, isso é uma questão de capacidade e competência.

Se tivermos certeza absoluta de que um comando estatal
fosse realmente eficaz, eficaz, teve resultados maravilhosos, por que não
estatal? Mas, quem é que vê influência na política de gestão. E
quando tem apenas interesses políticos, a eficiência cai. Esse é o grande
problema.



Fonte: Post Completo