Escola militar-militar: MP dá prazo para Campinas propor melhorias para unidade atingir meta no Ideb | Campinas e Região


O Ministério Público cobrado pela Prefeitura de Campinas (SP), na tarde desta quinta-feira (27), propostas e estratégias que fazem com que a Escola Professora Odila Maia Rocha Brito atinja as notas consideradas como metas no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) , o que não ocorre desde 2015. A unidade é o único estado de São Paulo indicado para receber o modelo militar-cívico.

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O promotor de justiça Rodrigo Augusto de Oliveira, no procedimento administrativo de acompanhamento, determina que a Secretaria de Educação apresenta respostas em até 15 dias.

"Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), uma escola teve nota 4,7 em 2019, quando uma meta era 5,1", diz nota do MP ao mencionar que a escola está localizada na área de vulnerabilidade social. Além disso, o promotor considera que as melhorias não podem depender da eventual adesão ao programa nacional, que tem a constitucionalidade questionada.

De acordo com Oliveira, a administração deve informar sobre a estrutura física da escola, o quadro de professores e funcionários, e a possibilidade dela ser incluído no programa de fomento da cultura de paz e prevenção ao bullying, promovido em algumas escolas de Campinas.

A Secretaria Municipal de Educação informou, em nota, que responde aos questionamentos do MP e está disponível para esclarecimentos que podem causar.

O Executivo criou um cronograma para consultas públicas e planejou realizar uma votação sobre a implantação do modelo na escola em 7 de março. O MP, porém, decide judicialmente como um conselho consultivo do Conselho Escolar, um dos três que devem se posicionar sobre o caso. Os outros dois são o Conselho Municipal de Educação e o Conselho das Escolas.

A administração, por outro lado, diz que cumpre os requisitos e aguarda a manifestação da Justiça.

A votação na unidade no bairro São Domingos chegou a ocorrer por 30 minutos, no dia 18 de dezembro, quando foi interrompida após a Secretaria de Educação ser comunicada sobre um tribunal liminar. Poderiam participar de professores, funcionários, alunos maiores de 16 anos e pais. A unidade não possui estudantes de 6º a 9º ano do ensino médio maiores de 16 anos.

Ao todo são 771 alunos, dos quais 304 a 6º a 9º ano; e 361 de 1º ao 5º ano do ensino médio. O G1 visite uma escola e constate que ela tem biblioteca, sala de computação com cerca de 20 equipamentos, salas de aula com carteiras em bom estado, uma quadra coberta, campo e parquinho.

O modelo proposto pela União é diferente das escolas militares mantidas pelas Forças Armadas. Na prática, os professores vão cuidar da parte pedagógica e os oficiais ficariam responsáveis ​​pela administração. A meta, segundo Ministério da Educação, é construir 216 escolas no país até 2023.

MODELO CÍVICO-MILITAR EM CAMPINAS



Fonte: Post Completo

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