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Especialista em terrorismo, delegada que investiga Bolsonaro e Moro é detetive e discreta – 14/06/2020 – Poder


Responsável pelo inquérito sobre acusações do ex-ministro da Justiça Sergio Moro, uma delegada Christiane Corrêa Machado que estava na frente de uma das mais delicadas tarefas de sua carreira. Depois de atuar por anos sem combater o terrorismo, agora comande a investigação que tem como principal alvo ou presidente da República.

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Para apurar como denúncias de interferências de Jair Bolsonaro na própria Polícia Federal para amigos e filhos cegos, ela aumenta a metade de sua equipe.

Christiane é coordenadora do grupo de policiais que atua supervisionado ou supremo e investiga as autoridades com privilégio. Em seu guarda-chuva, tem nove delegados, na maioria homens.

Ela chegou ao cargo exatamente no mesmo momento em que explodiu a primeira crise da PF, em agosto de 2019. Dias antes de sua nomeação, o presidente tinha decidido emitir o então superintendente do Rio, Ricardo Saadi, e chegou a tentar alguém de sua confiança.

O episódio é um dos objetos de pesquisa.

Entre colegas, o chefe é descrito como discreta, linha dura e séria. Segundo relatos, esses 11 meses à frente da coordenação, deram sinais de que não podem levar a pressões internas e externas, ou que são valorizados no setor.

Desde que o ex-ministro da Justiça deixou o governo, um PF vê em risco de ser acusado de abafar eventuais crimes cometidos pelo presidente da República, de um lado, ou de agir em representação de interferências no órgão.

O plano de que estão à frente do caso é tentar esgotar todas as linhas de investigação para minimizar as críticas que surgiram, seja qual for para o desfecho.

Há 17 anos na PF, Christiane já foi o número dois do diretor de inteligência da empresa, ou que visão de colegas é uma experiência importante para o inquérito em questão.

Entre os pontos em apuração estão apenas reivindicações de Bolsonaro de não ter acesso a relatórios de inteligência da PF. Como responsável pelo inquérito que ainda deve causar mais desgaste ao presidente, Christiane teve apenas algumas das oitivas, como o ex-juiz da Lava Jato, que também está na condição de investigado.

Ela ainda estava acompanhando o depoimento de Cláudio Ferreira Gomes, ex-diretor de Inteligência da Polícia Federal, e, coincidentemente, um dos responsáveis ​​por indicar a carga. Antes de assumir a empreitada atual, Christiane foi chefe da divisão antiterrorismo por cinco anos e coordenou a proteção contra ataques terroristas na Copa do Mundo de 2014 e nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio.

Uma delegada também atuou por três anos na área de contrainteligência da PF, que visa evitar sabotagens ou vazamentos de investigações. Nesta área, participe de duas operações delicadas, que envolvam juízes e impactem o Poder Judiciário, responsável por fiscalizar o trabalho da PF.

A primeira foi em 2003, quando ajudou a desarticular um esquema de venda de sentenças que envolvia um magistrado e integrantes da Polícia Federal. O caso foi batizado como Operação Anaconda.

Quatro anos depois, ela integrou uma equipe que desencadeou a Operação Hurricane, que apresentou três juízes e membros do Ministério Público em um esquema de caça-níqueis. Em 2017, foi realizado nos Estados Unidos, onde ficou por dois anos e fez mestrado no Colégio Interamericano de Defesa, ligado à OEA (Organização dos Estados Americanos).

Uma delegada ficou no país até julho de 2019, um mês e meio antes de assumir o Sinq, que é o grupo de inquéritos especiais. O departamento subordinado à Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Dicor), comandado por Igor Romário de Paula.

Um dos principais delegados da Lava Jato, chegou ao cargo após Sergio Moro assumir o Ministério da Justiça, em janeiro de 2019, e indicar Maurício Valeixo para ser o diretor geral da PF. Christiane substituiu ou delegou Cleyber Malta Lopes, que foi um dos responsáveis ​​pelo inquérito que levou ao indicativo do ex-presidente Michel Temer na investigação sobre uma edição de uma medida provisória sobre portos.

Caso conclua os crimes cometidos por Bolsonaro, Christiane terá de decidir se o presidente ou se apenas redige um relatório final que altera os supostos delitos praticados. A delegada fará uma análise jurídica sobre os limites dos poderes da PF.

Uma ala do STF entende que a corporação não tem o direito de indicar o chefe do Executivo, mas há ministros que defendem a possibilidade. Em 2018, no caso do presidente Michel Temer, o delegado do caso indicou e, após o recurso de defesa, o ministro Luís Roberto Barroso manteve o ato.

Para embasar o entendimento, o ministro citou o colega Celso de Mello, o relator do inquérito contra Bolsonaro e também pode decidir sobre o tema. Barroso fez um paralelo com uma decisão de Celso que manteve o entendimento do STJ de que um PF poderia interrogar e indicar um governador.

“O estimado decano desta Corte, por ocasião do julgamento no Plenário de 2007, foi declarado contrariamente à necessidade de autorização judicial para indicação – reputação de que a autorização concedida pelo Ministro do STJ estava de acordo com os precedentes do Plenário do STF”, afirmou Barroso.

Os contrários e os indicadores indicativos de um julgamento de 2007 no plenário do STF anulam essa natureza contra um senador. Barroso, porém, afirmou que aquela investigação havia tramitado na primeira instância e que foi iniciada sem a solicitação do Supremo, apesar de envolver autoridade com privilégio.

O braço direito de Christiane no pecado é o delegado Felipe Leal. Doutorado em Direito, já foi chefe de contra-inteligência de PF e está na empresa há 15 anos. Os outros três delegados que participam da pesquisa são Fabiano Martins, Bernardo Amaral e Wedson Cajé Lopes.

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Fonte: Post Completo