'' Estamos com medo de viver '', diz o rapper Djonga em ato antirracista em BH – Gerais


Rapper (terceiro da esquerda para a direita) se juntou a outras lideranças
O rapper (terceiro da esquerda para a direita) juntou-se a outras lideranças do movimento na tarde deste domingo, no centro de BH (foto: Gladyston Rodrigues / EM / D.A Press)

O movimento antirracista na tarde deste domingo, em Belo Horizonte, contou com umapresena ilustre. Conhecido pelas msicas afiadas e comtoneladas muito críticas sobre a sociedade, o rapper e escritor Djonga, de 26 anos, ajudou o grupo a passar mensagens de paz e especiais durante o ato, que caminhouda Praa Sete em um Praa da Liberdade.

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"Souapenas mais um meio de tanta genteque é muito na luta contra o racismo. Hoje não, agora. No primeiro movimento, apenas um dos vários casos que ocorrem no mundo, na nossa cidade. Estamos cada vez mais com medo de viver. Vejo essa galera toda aquitentando combater uma política de estado que mata, um governo que j vem h muito tempo legitimando isso ”, afirmou Djonga, que nasceu naFavela do ndioe cresceu no Bairro So Lucas, região Centro-Sul da capital.

Um trecho das músicas mais recentes do rapper belo-zzontino –Olho de Tigre, de 2019 – foiadaptada como lema do movimentoantiracista que contou com uma presença de menos400 pessoas nesta tarde. “Fogo nos racistas” foi um dos gritos enteados pelas pessoas, que se vestiram de preto e por várias vezes levantados ou manipulam referências ao Movimento das Panteras Negras, originadas nos anos 1960 nos Estados Unidos.

Djonga foi um dos que deramfora do movimentoantirracista em Belo Horizonte. Quando estiver presente, ele divulgou uma iniciativa em suasredes sociais. Em publicação no Twitter, ele cita ou preconceita um problema que leva muito tempo para ser atingido pela sociedade: “O racismo não vai terminar segunda-feira, uma construção de muito mais tempo que vamos ter que fazer juntos ainda que com diferentes modos”

O rapper lamenta que os negrossofram construções e violênciasjuntos num momento de pandemia. Ele considera que a raa setorna a mais vulnervel infeco pelo coronavrus: “Um movimento que vem em um momento como esse, triste, de pandemia. Queria estar dentro de casa 'tranquilinho'. Mesmo durante essa pandemia, mesmo que o povo preto seja o mais vulnerável e o mais pobre, remova-o para passar pelo drama de expor ao passar todos os dias para trabalhar, ainda assim matando as crianças e jovens ”.

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Fonte: Post Completo