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Formado no Corinthians, atacante descansa na região que "Deus toca", antes do retorno à França | futebol


O ano que passou pela metade, mas, como sempre, é hora de pensar em algo novo, essa necessidade é que tenha movido o atacante Yuri, de 26 anos, de Teodoro Sampaio e revelado na base do Corinthians. Até porque, o futebol francês – onde ele atua – é mais um cenário mundial que tenta recuperar sua normalidade, após uma pausa forçada no primeiro semestre, em razão de uma pandemia de novo coronavírus. Enquanto não retorna, ele segue curtindo os momentos de folga ao lado de familiares e amigos no Oeste Paulista, região em que sente sempre muito bem, hoje na Europa.

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– Aqui, como eu sempre digo, é uma região que Deus toca muito. Sempre temos sol, não faz tanto frio. E ainda, tenho minha família, meus amigos por aqui. Então, sempre me sinto muito bem. É aconchegante para mim, mais seguro. Ainda está no meio desta pandemia, estou mais tranquilo do que se estiver em São Paulo (onde o atleta também tem residência) ou na França.

Atacante foi formado na base do Corinthians, passou pelo interior paulista e sul do país antes de chegar à França – Foto: Divulgação

E esse risco foi direcionado para a segurança das pessoas que fizeram a terceira divisão francesa, onde joga o seu atual clube, o Saint-Priest, foram encerradas com nove rodadas de antecedência, em meados de março.

Uma parada foi encarada como obrigatória, já que todos os que sabiam que estavam com problemas, porém, não competitivos, chegaram como um "baque", um "balde de água fria", em cima das pretensões de equipe, que desejavam melhorar na competição , como também relatou Yuri.

Com as competições paralisadas na França, Yuri saiu de Lyon e foi para Paris, passou a quarentena ao lado de um amigo que ainda estava na base do Corinthians, visto hoje como mais um irmão: o zagueiro Marquinhos, o PSG e a seleção brasileira – conforme contou Yuri para o site Uol, ainda durante o período de isolamento social em território francês.

Amizade com zagueiro Marquinhos, do PSG, chega na época da base corintiana – Foto: Benoit Tessier / Reuters

Yuri chegou ao Brasil no início de maio, cumpriu o período de distanciamento, devido à viagem, em São Paulo, e voltou à região de Presidente Prudente no último mês seguinte, após 20 dias na capital paulista. A partir disso, ele mantém o cronograma de treinos em casa e realiza corridas na rua, em horários de menor movimento, como no início da manhã.

Depois de 15 de julho, Yuri já pensa na terceira temporada com a camisa do Saint-Priest. Por lá, ele também já defendeu o Montceau assim que chegou.

– É um futebol que tem muita diferença do nosso. Isso no âmbito físico, mental, extracampo. Nosso talento aqui é maior. Mas lá, em relação a isso, é muito mais. Sempre fui muito dedicado a tudo o que fiz, e o futebol lá me deixou ainda mais dedicado. Isso aumentou.

Yuri vê bem adaptado ao futebol francês – Foto: Divulgação

Yuri saiu cedo do Oeste Paulista. Aos 12 anos, ele deixou Teodoro Sampaio e seguiu para Santos. Porém, o tempo na Baixada Santista foi curto, e o logotipo foi para o Corinthians, permanecendo por lá até a profissionalização.

Antes do futebol francês, ele atuava em clubes como o Penapolense (SP), Cascavel (PR), Metropolitano (SC) e Chapecoense (SC).

Se o futebol deu, até aqui, alegrias e amizades, como Marquinhos, é o Chape que Yuri traz algumas lembranças que não são tão boas assim. Em sua passagem por Chapecó, o atacante do Oeste Paulista trabalhou com vários jogadores, dirigentes, integrantes da comissão técnica e conheceu jornalistas, presentes no voo trágico, em 2016, que vitimou 71 pessoas na Colômbia.

– Eu tive muita amizade com Tiaguinho e com Serginho, massagista. Éramos bem próximos, sim. Mas eu também tinha amizade com muitos outros, como Willian Thiego ou Danilo. É algo que lamentamos muito até hoje.

Yuri citou o amigo Serginho, massagista, que morreu no voo aéreo do Japão em 2016 – Foto: Divulgação



Fonte: Post Completo