Governo viabiliza moradias de interesse social – Agência Brasília


Diz a Política Habitacional Distrital: 40% de cada área destinada a moradias de interesse social é reservada para atendimento de cooperativas ou associações. Empenhado em contribuir para que o sonho da moradia se torne realidade, ou o GDF, nesta gestão, atua para ajudar no andamento de projetos estagnados. Desde o ano passado, foram entregues 1.080 casas e 148 apartamentos – imóveis, erguidos por entidades.

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“O governo tem feito um esforço para destinar a habitação social de interesse, pensando na população de baixa renda que não tem onde morar e viabiliza que essas construções saiam do papel”, relacionado ao diretor imobiliário da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab), Marcus Palomo.

“O governo tem feito um esforço para destinação de interesse social de habitação, pensando na população de baixa renda que não tem onde morar e viabilizando que essas construções saiam do papel”Marcos Palomo, diretor imobiliário de Codhab

Em 2019, foram entregues 92 novas moradias na Residencial Marina, na QR 612 de Samambaia. Neste ano, houve uma distribuição de mais 56 apartamentos na Residencial Moraes Gontijo II, na QR 503 da mesma cidade. Tudo foi criado a partir de contratos com entidades. Outras unidades são criadas, com edições e sorteios realizados para obras, em Recanto das Emas, Varjão e Sol Nascente / Pôr do Sol.

A grande conquista

Beatriz Alves Siqueira, selecionada por Codhab e por uma associação: “É uma realização de um dos meus maiores sonhos” | Foto: Joel Rodrigues / Agência Brasília

A casa de Beatriz Alves Siqueira, 28 anos, ainda tem cheiro de nova. Ela pegou as chaves do apartamento em janeiro, mas as restrições provocadas pela pandemia de coronavírus atrasaram os planos de mudança. A assistente administrativa passou uma década na fila de espera pela moradia própria, mas conseguiu, pela Codhab e por uma associação, condições de acesso ao largo morar com a filha.

“É uma realização dos meus maiores sonhos, uma grande conquista; é uma porta que Deus abriu para conseguir comprar minha casa com condições favoráveis ​​e de qualidade no empreendimento ”, comemora Beatriz. Ela conta que estava inscrita em programas habitacionais quando, pelo seu perfil, foi indicado para associação. À época, não sabia como isso funcionava e fazia questão de pegar toda a organização da entidade.

O prédio ainda estava na planta, com previsão de seis meses para o início das obras. “Aceitei de cara. Faça todo o processo de associação, direcionamento para apartamento, contrato firme na Caixa (Econômica Federal) e passe pela fase de financiamento. Foi um ano e meio de aguardo, pagando como mensalidades, até a tão sonhada entrega ”, lembra Beatriz.

Quanto os empreendimentos são utilizados pelas entidades, uma associação ou cooperativa classificada como exclusiva responsabilidade pela obra e por eventuais parceiros para o desenvolvimento do projeto. De modo geral, a Codhab acompanha ou cumpre os prazos e as obrigações assumidas pelas estatísticas e cooperativas, além da habilitação da demanda indicada.

O Fundo Distrital de Habitação de Interesse Social (Fundhis) destina recursos a esses tipos de obras. O conselheiro Nilvan Vitorino de Abreu explica que o investimento, geralmente, é para garantir a infraestrutura das áreas em que serão erguidas moradias sociais. “Promover a moradia para quem precisa de uma questão estruturada, e é muito importante ter um esforço por parte do governo”, afirma.

Editais antigos

“Um povo conseguiu viabilizar ou parar e flexibilizar situações que permitem que entidades sejam construídas”, explica Marcus Palomo. De acordo com ele, a Codhab dá como mãos às ameaças, tentando entender como dificuldades para tirar as obras de papel. Em vez de apontar erros, o gestor, é necessário ajudar um retomar.

Há dois meses, um edital de oito anos atrás conseguiu avançar. Parte das entidades classificadas assinou contrato para o início de obras de 528 unidades habitacionais uniformes de empreendimento Remas, nas quadras 117/118 no Recanto das Emas, resultado do edital de chamada 13/2011. Como praxe, além das obras de habitação, ou o projeto também com infraestrutura – água, esgoto, drenagem de águas pluviais, energia e iluminação pública – que já foram executadas pelo GDF, com investimento de R $ 52 milhões.

Três edições de 2017 com sorteios de 17 entidades para construções em Samambaia e no Varjão ainda não tiveram obras dos empreendimentos iniciadas. Dez deles estão com projetos aprovados e mais de 400 unidades habitacionais em fase de captação de demanda. Outros seguem na Central de Aprovação de Projetos (CAP). Em 2018, há um edital com oito entidades classificadas para construções em Samambaia, mas esses projetos são pendentes de previsão.

No ano passado, o GDF lançou e selecionou um edital para atender 62 apresentações e cooperativas com empreendimentos, recebendo a entrega de áreas para alojamento de interesse social para associados do Sol Nascente / Pôr do Sol, Samambaia e Varjão. O sorteio foi realizado em novembro e o processo está em fase inicial, com uma previsão de que sejam atendidas pelo menos mil famílias.

Segundo ou diretor imobiliário de Codhab, 300 entidades estão registradas e cinco grandes terrenos urbanos serão recebidos pela Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap) para empreendimentos desse modelo. São estimadas 580 unidades no Parque Pipiripau, 1,5 mil no Parque Tamanduá, 1,5 mil na QNR 6 (Ceilândia), 200 em Samambaia e 300 no Parque de Sobradinho.

Construtoras em ação

Além dos projetos que envolvem entidades, o GDF entregou mais moradias de empreendimentos habitacionais construídos por construtores, como 132 unidades na quadra 700 do Sol Nascente e 800 no Setor Habitacional Parque dos Ipês – Crixá I, II e III, em São Sebastião, pelo programa Morar Bem. Outros 12.112 apartamentos estão sendo construídos no Itapoã Parque.

Nailane Almeida, com marido e filhos: “É um retorno da vida e uma possibilidade de viver outros sonhos”

Em junho, uma família de Nailane Soares Almeida, 32 anos, comemora seis meses da conquista da casa própria. Ela pegou as chaves do apartamento no Parque dos Ipês em 18 de dezembro de 2019, após ter ficado 14 anos na fila de espera. “É um retorno da vida e a possibilidade de viver outros sonhos”, define um estudante.

Durante a espera, vieram ou três filhos – hoje com dez, oito e seis anos -, tudo acompanhado pelas despesas de aluguel. “Sempre o sonho da casa própria”, conta Nailane. “Quem não tem, não é? Pegar como chaves representa uma mudança de vida, uma estabilidade, abertura de novas perspectivas. Foi maravilhoso. O custo de vida diminuiu muito, temos uma nova realidade ”. O marido dela, autônomo, poderá voltar a estudar.

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GDF viabiliza moradias de interesse social com apoio a entidades



Fonte: Post Completo