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Idosa que tem lúpus e curou de Covid-19 fala sobre dias de internação: 'Não conseguia respirar' | Sorocaba e Jundiaí


Os dias em que Marlene de Fátima Pereira Bonfim, de 63 anos, não passou pelo hospital deixou a memória. A idosa se curou de Covid-19 após ficar uma semana internada no Hospital Adib Jatene, em Sorocaba (SP).

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Marlene é portadora de lúpus eritematoso sistêmico, uma das formas mais agressivas da doença, e faz tratamento há cinco meses no hospital regional da cidade.

"Por ser um grupo de risco, eu sempre procuro ficar em casa desde o início da pandemia, mas preciso sair para o médico em caso de suspeita de tratamento", conta.

A idosa acredita ter contraído o vírus em uma das visitas à unidade para buscar as receitas dos remédios de alto custo. Os sintomas do Covid-19 começaram no dia 2 de junho.

"Comecei com uma disenteria, mas não achei que era o coronavírus. Fui até o pronto atendimento, fui medicado e voltei para casa. No entanto, dois dias depois de começar uma febre alta e muita", conta.

Preocupada, Marlene foi até o hospital novamente, pois havia começado a sentir dificuldades para respirar. "A partir daí, já sabia que não ia mais voltar para casa e que iriam me internar", diz.

De acordo com os médicos, ao ser internado, uma pessoa idosa já tinha 50% de um dos pulmões comprometidos pela doença. Então, ela foi submetida a um tratamento intensivo e passou a ocupar um dos leitos na enfermaria da unidade.

"Precisei ser capturado em um dos respiradores. Não sei explicar, mas é uma sensação horrível. Não consegui respirar, não consegui falar, perdi uma força nos membros superiores e inferiores … Achei que não iria sair vivo", relembra.

Mas, para surpresa de todos, mesmo sendo portadora de lúpus e hipertensão, Marlene respondeu ao tratamento. Aos poucos, foi precisando cada vez menos de oxigênio para obter respiração.

"Fui melhorando, voltando a respirar sozinha, voltando a ficar forte. Mas, mesmo assim, reativo muitas coisas. É como se você se esquecesse como é que respira", diz.

No dia 11 de junho, Marlene recebeu alta do hospital e voltou para casa, onde cumpriu o tempo de isolamento total prescrito pelos médicos.

"Eu considero um milagre. Mesmo tendo lúpus, consegui vencer o coronavírus e isso é um milagre", diz.

No início, Marlene conta que precisava ficar com o respirador ou o tempo todo e, por isso, os banhos eram dados no próprio leito. Mas, conforme foi apresentado, o aparelho passou a ser retirado em alguns momentos do dia.

"Quando você tira o respirador e me leva para tomar um banho horrível. A gente fica traumatizada com tudo isso … Porque o chuveiro sai bastante água e fica bem quente, então pra mim era uma tortura, eu me assustava muito. logo que saí do hospital, eu tinha gostado do som da água ", lembra.

A idosa contou ao G1 que, apesar da alegria de ter vencido o Covid-19, teve muita dificuldade em ler a vida. Para ela, uma doença deixou traumas e precisou de ajuda profissional para ser esquecido.

"Eu disse: há muitos traumas e estou pensando até me consultar com um psicólogo para ter alguma orientação sobre como lidar com isso. É um período muito assustador e, nos momentos de fraqueza, alguém passa a ter certeza de que vai morrer ", diz.

Por causa do lúpus, Marlene ainda precisa voltar ao hospital uma vez por mês para obter uma cura e tratamento como receitas dos remédios que utiliza. E agora ou o medo de sair de casa agora é maior ainda, mesmo tendo contraído uma doença.

"Como as pessoas não imaginam o medo que eu sinto em voltar ao hospital, mas não tenho alternativa. Precise o tratamento de tratamento. Desde que saí de lá, estou trancada em casa e tenho muito receio de me contaminar novamente, porque a gente nunca sabe né, gente não vê o vírus ", diz.

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Fonte: Post Completo