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Impedir a retirada de bens pessoais de empregados de imóveis de Furnas no RJ – 14/06/2020


O Indicador dos Trabalhadores das Empresas de Energia do Rio de Janeiro e Região (Sintergia-RJ) que limitam a Justiça para impedir que os funcionários de Furnas devam obrigar a perder amanhã, 15, suas pertences pessoais no complexo de edifícios usados ​​pelo estatuto em Botafogo , zona sul, para viabilizar uma mudança da empresa para o centro da cidade até o fim deste mês.

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De acordo com a Advocacia Garcez, que representa os empregados, liminarmente concedida pelos juízes Marly Costa da Silveira, do Tribunal de Justiça do Trabalho da 1a região, levou em conta ou risco desnecessário o uso abusivo dos indivíduos.

"Compreendendo a necessidade de locomoção de funcionários até o edifício sede no período de pico de uma pandemia que já levou à morte mais de sete mil pessoas no Estado do Rio de Janeiro representa risco desnecessário a usuários", justificou um julgamento na liminar.

Segundo os advogados Diego Bochnie e Maximiliano Garcez, "muitos trabalhadores não possuem movimentação própria e iriam de ônibus ou táxi, o que aumenta o risco de contaminação".

A decisão de iniciar uma mudança em plena pandemia do Covid-19 foi comunicada aos funcionários na quarta-feira passada, 10, diante da necessidade de entregar ou construir o prédio que pertence ao fundo da pensão Real Grandeza até o dia 30 de junho. A maioria dos empregados, no entanto, não é um sistema de trabalho remoto para proteger o contágio. Estão no local apenas os operadores do sistema Furnas, segundo a empresa.

A mudança de prédio estava prevista para abril, mas teve que ser adiada por causa da pandemia. Segundo uma fonte, Furnas criou uma força-tarefa para receber os empregados na segunda-feira para desocupar o prédio onde funciona há quase 50 anos. O destino é o antigo prédio do Vale, no Centro, de propriedade do fundo de pensão Valia, dos trabalhadores da mineradora.

De acordo com uma fonte, Furnas pode pagar aluguel e condomínio em dois imóveis e terrenos que o Tribunal de Contas da União (TCU) questiona a duplicidade.

A decisão de sair do imóvel foi tomada em julho do ano passado pelo Conselho de Administração da empresa, diante da redução do quadro de empregados da subsidiária da Eletrobras, que vem realizando os Planos de Demissão Voluntária (PDV), um exemplo da holding, no cenário processo de privatização.

De propriedade da Fundação Real Grandeza, os edifícios em que a sede de Furnas funciona desde a década de 1970 foram projetados para abrigar cerca de 6 mil funcionários, e hoje atendem a apenas 1.500 colaboradores, argumentando um estatal. Furnas previsão de economia de R $ 30 milhões por ano com uma mudança.

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Fonte: Post Completo