Serviço de Desentupidora em São paulo

Leitores comentam ato pró-democracia em São Paulo – 31/05/2020 – Painel do Leitor


Ato pró-democracia

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Desentupidora
Desentupidora Daqui da Cidade
 

"A promoção de um favor da democracia acaba em confronto na Paulista" (Poder, 31/5). Até quando a polícia vai proteger manifestações de golpistas ao mesmo tempo em que reprime atos pró-democracia? De que governantes adianta repudiarem publicamente como falas de Bolsonaro se usar e patrocinar os ataques às instituições da República pelos fascistas? Isso tem um nome: hipocrisia.
Eduardo de Castro (Porto Alegre, RS)

Assista todas as imagens da Globo, da Band e da CNN. Em nenhum momento vi como torcida pela democracia com barras de ferro, coquetéis molotov ou depredando a propriedade pública ou privada. Gente pacífica, querendo protestar em prol da democracia. Jogaram pedras depois que foram atacados por bombas pela Polícia Militar.
José Roberto Gomes Rocha (Aracaju, SE)

Saber que a maior parte da população é anti-Bolsonaro e tudo que Bolsonaro não precisa neste momento. Derrotar o racismo e o fascismo em um país é derrotar Bolsonaro e seus apoiadores. Assim será.
Michael dos Santos Gomes (Campinas, SP)

"Confusão com torcidas é tudo o que Bolsonaro queria neste momento" (Poder, 31/5). Selecione gosto do que Igor Gielow escreve. Mas acho que já era hora de uma reação, e quando ela vem unindo torções de Corinthians e Palmeiras, vejo, ao contrário do que é colunista, um futuro sombrio para o milionário instalado na Presidência.
Edgard Alexandre Júnior (São Paulo, SP)

Faltou ou articulista analisar uma conduta histórica da PM. Em diversos finais de semana, os bolsistas apoiam até médicos em frente a hospitais ou em Brasília. Um PM nada fez. Quando um grupo de organização organizada aparece, após semanas de provocações, ele é processado por grupo de matizes violentas no texto em questão. Pois bem, como torcidas abrem mão do "inimigo" tradicional para se manifestar juntas pela democracia.
Pedro Guilherme de Andrade (São Paulo, SP)

Sim, senhores, foi dada uma largada para guerra civil. Na semana que vem, teremos cenas de selvageria. O presidente quer uma convulsão social para justificar uma intervenção. Quero ver que lado como Forças Armadas vão ficar.
Roberto Carlos Leandro Soares (Manaus, AM)


Liberdade de expressão

Após ler o editorial "Liberdade de expressão" (Opinião, 31/5) e os comentários de leitores, percebi a perda de menção e o fato de que a Lei de Segurança Nacional tipifica como crimes conduzidos por visto derrubado ou Estado democrático de direito, como manifesta um favor de um novo AI-5. Aquela lei não vale apenas para "comunistas". É preciso aplicar a defesa democrática da ordem.
Sadi Medeiros Júnior (Florianópolis, SC)


Autoritarismo

A entrevista com o advogado Alberto Toron ("Autoritário de Bolsonaro é legado pela Operação Lava Jato", Poder, 31/5) é deslumbrante pela sua lucidez, do início ao fim. Do começo, quando declara sentir um "cheiro de golpe no ar". Ao final, quando explica a demora de Rodrigo Maia, para desencadear o processo de impedimento de Bolsonaro: condições legais existentes, mas faltam condições políticas, explica. Só não entendi a afirmação de que "autoritarismo de Bolsonaro é legado da Operação Lava Jato". O autoritarismo de Bolsonaro é muito antigo, faz parte de sua personalidade. Não foi preciso um Lava Jato.
Gilberto de Mello Kujawski (São Paulo, SP)


Milico-democracia

Excelente o artigo de Joaquim Falcão ("Militar da ativa e militar da reserva"," Tendências / Debates ", 31/5)! Chegamos à conclusão de que, mais uma vez, o jeitinho brasileiro faz presente, agora na política. Está sendo criada uma forma paradoxal de governo: a Ditadura Militar Democrática.
Roberto Cecil Vaz de Carvalho (Araraquara, SP)


Polícia

"Empresário acusado de violência doméstica humilhada em Alphaville" (Cotidiano, 31/5). Que esse atendimento da PM seja preservado para futuras comparações com o procedimento de policiais que são contestados nas abordagens. Já vi muito cidadão tomando cara de cara por não ter entendido uma pergunta do policial.
Rubens Rafael Júnior (São Bernardo do Campo, SP)

A polícia de Minneapolis tem "exclusão de ilicitude"?
João Paulo Mende Parreira (São Caetano do Sul, SP)

Quando o mundo atravessa uma catástrofe, dois fatos demonstram que esta situação não ensinou nada a alguns. Nos EUA, George Floyd foi preso por um policial por nove minutos, enquanto implorava por "ar". No Brasil, João Pedro, 14 anos, perdeu a vida porque um policial ou alvejou pelas costas. Exemplos de brutalidade. Há muito a aprender.
Bruno Karaoglan Oliva (Santos, SP)


Grupo dos 300

Entendo que a Folha, em particular, e uma mídia, em geral, não deve mais chamar uma fanática bolsista Sara Fernanda Giromini de "Sara Winter". Isso dá empodera e dá destaque, bem como ao movimento antidemocrático de que ela faz parte. Ela adotou esse pseudônimo proposto: vem de Sarah Winter, defensora nazista britânica ativa nas décadas de 1920-30. Chamem pelo nome de batismo, assim como deixar de fazer o jogo da turba antidemocrática.
Bolívar Arsênio Silva (São Paulo, SP)


Notícias falsas

É incoerente sustentar que o inquérito de notícias falsas precisa seguir o mesmo teratogênico, como faz o editorial "Livre expressão" (Opinião, 31/5). Há, nenhum ordenamento jurídico brasileiro, meios de apuração de supostos crimes, situação que revela o absurdo de apelar a monstruosidades jurídicas.
João Paulo Zizas (São Bernardo do Campo, SP)


Aves migratórias

Maravilhosa a reportagem na Folha Corrida de 31/5. Muito interessante o comportamento dessas aves migratórias. Mostrar uma sabedoria que não existe no mundo animal. E além de tudo como as aves são lindas.
Marcos Fernandes de Carvalho (São Paulo, SP)

Publicidade

Inconveniente a publicidade, na página inteira, da manifestação de um pastor da Igreja Maranata neste domingo (31/5). Sou cristã, de outra vertente, mas me senti agredida pela exaltação de crenças religiosas em um veículo como a Folha, sempre tão preocupada em valorizar uma ciência e uma razão. Não era necessário. Fica clara na postura do "pagou, levou". Preferiria que o jornal mantém sua postura isenta, mesmo diante da oferta de pagamento.
Ana Paula de Mattos Freire (Belo Horizonte, MG)

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Fonte: Post Completo