Serviço de Desentupidora em São paulo

MST distribui 44 toneladas de alimentos a famílias da periferia de Londrina, no Paraná


<! –

Desentupidora Daqui da Cidade Faz todos os serviços de  Desentupidora em todos Bairros da Cidade, a qualquer hora do dia ou a da noite pode contar com A Desentupidora Daqui da Cidade atende em qualquer bairro da Cidade e em toda a Região. A Desentupidora da Cidade faz todos os serviços de Desentupimento de Esgoto neste que é um dos Bairros mais querido da nossa Cidade. Caso queira ver nossa tabela de preço para serviço de Desentupidora em Cidade Clique aqui.

Desentupidora Daqui da Cidade atende 24 horas em todos os bairros da Cidade

Desentupidora
Desentupidora Daqui da Cidade
 

->

Moradores de 11 bairros de Londrina, norte do Paraná, receberam sacolas com alimentos doados por famílias integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e pequenos agricultores. Uma ação solidária do movimento arrecadou 44.100 toneladas de alimentos (mais de 44 mil quilos), distribuiu cerca de 3 mil famílias que enfrentaram a fome neste período de pandemia da covid-19.

Cada sacola distribuída neste sábado carrega cerca de 14 quilos de grande variedade de produtos frescos, colhidos nas roças e hortas dos camponeses, ou mostrados por eles. Além de arroz, feijão, milho verde, uma grande variedade de tubérculos, frutas, hortaliças e legumes, 4.700 litros de leite integrais foram doados por famílias associadas a cooperativas do MST na região norte. Pães, bolachas e sabão caseiros também fizeram parte do kit doado.

Iniciativas como estas ocorridas em todo o Brasil como parte da campanha de solidariedade do MST. Com a doação deste sábado, como famílias Sem Terra do Paraná chegaram a marca de 228 toneladas de alimentos saudáveis ​​doados desde o início da pandemia. Cerca de 5 mil marmitas também já foram produzidas e distribuídas pelo movimento na população em situação de rua e moradores da periferia de Curitiba.

“Nós não estamos levando apenas o alimento, queremos levar uma esperança de que isso vai passar. Sandra Aparecida Costa Ferrer, moradora de assentamento Eli Vive, distrito de Lerrovile, em Londrina , e integrante da direção do MST do Paraná.

A agricultura contém uma mobilização de famílias, uma colheita e uma organização dos alimentos para a doação iniciada há algumas semanas, e uma meta inicial, que era de 32 toneladas. “Queremos mostrar para uma sociedade que o melhor projeto para matar a fome no mundo é o projeto de reforma agrária popular”, enfatiza. No início de junho, o MST lançou um Plano Emergencial de Reforma Agrária Popular, com medidas para enfrentar imediatamente o aumento da fome e a crise econômica do país que atravessa.

Estão juntos com o MST na ação deste sábado na campanha Periferia Viva (da qual o MST faz parte), o Movimento de Trabalhadores e Trabalhadores por Direitos (MTD), o movimento Levante Popular da Juventude, uma igreja católica, líderes e lideranças de bairros urbanos e pequenos agricultores de Londrina, Tamarana e Mauá da Serra, que também doaram alimentos.

“Ação do MST retrata o brasileiro que pensa”
Para Rita de Cássia, moradora do bairro Vista Bela, zona norte da cidade, ou alimento chegou em boa hora. Desde a última semana, o Paraná está em alerta diante do aumento do número de casos e mortes por coronavírus, ou o que torna mais urgente a recomendação de permanecer em casa.

“Um povo conhece o bairro do cabo, conhece todo o mundo. É um bairro muito pobre, com moradias aglomeradas (…). É muita gente que depende do Bolsa Família, que não tem renda ”, conta. Segundo moradora, o bairro foi projetado para 2973 residências, e hoje tem cerca de 20 mil famílias.

Um líder comunitário pede por mais solidariedade para comunidades vulneráveis ​​e indica uma ação do MST como um exemplo a ser seguido. “Nesse momento da pandemia, essa ação do MST retrata o brasileiro que pensa, que pessoa humana, compartilha o que você quer. Se você tem comida no teu prato, pode ser uma família que não tem ”, diz Rita, que integra ou coletiva mulheres Amigas Moradoras do Vista Bela.

Além do Vista Bela, também recebeu os alimentos moradores dos bairros União de Vitória, Cristal, São Lourenço, Jamili Dekechi, Nova Esperança e Franciscato, Califórnia, Maria Cecília e ocupações Flores do Campo e Primavera.

Sem acesso à terra não há fartura de alimento
Centenas de famílias Sem terra acampada que parte dos frutos do trabalho vive na angústia do risco de despejo. “Nós estamos há 11 anos e queremos mostrar a sociedade que produz alimentos saudáveis ​​e tem como ajudar o próximo”, conta Juliano de Souza, agricultor que não mora no acampamento Herdeiros da Luta de Porecatu, em Porecatu.

Das 11 comunidades participantes da ação, 4 são acampamentos de famílias agrícolas que estão em luta desde 2008 para garantir a permanência na terra e a efetivação da reforma agrária. Em 2019, nove comunidades rurais despejadas, duas delas na região norte do estado. Mais de 500 famílias que garantem renda e auto-sustento após o trabalho no terreno, entrado nas estatísticas de desemprego e vulnerabilidade nas áreas urbanas.

Como uma comunidade do MST que registra as ações dos acampamentos Herdeiros da Luta de Porecatu, de Porecatu; Fidel Castro, em Centenário do Sul, Manoel Jacinto Correia e Zilda Arns, de Florestópolis; assentamentos Dorcelina Folador, de Arapongas; Eli Vive, Pari Paro e Pó da Serra, de Londrina; Maria Lara, de Centenário do Sul; Florestan Fernandes, de Florestópolis; Iraci Salete, da Alvorada do Sul; e Barra Bonita, do 1º de maio.

. (tagsToTranslate) MST (t) doação de alimentos (t) famílias de Londrina (t) pandemia



Fonte: Post Completo