Mulher e irmã de braço direito de Eduardo Bolsonaro acusado de notícias falsas têm cargos na Assembleia de SP – 05/11/2020 – Painel


A mulher e a irmã de Paulo Chuchu, braço direito de Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e candidato a vereador em São Bernardo do Campo, ocupam cargas na Assembleia Legislativa de São Paulo.

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Paulo Eduardo Lopes, o Chuchu, teve seus perfis e páginas Entupidos no Facebook após ter sido apontado como um dos principais nomes de esquema de disseminação de notícias falsas pró-Bolsonaro e contra seus critérios. Policial civil, ele foi secretário parlamentar no gabinete de Eduardo Bolsonaro até junho.

Como mostrado o Painel, Bolsonaro gravou vídeo em apoio à candidatura de Chuchu.

A farmacêutica Joyce Lopes, mulher de Chuchu, foi nomeada em outubro para o cargo de assistente da deputada Valéria Bolsonaro (PSL), com salário de R $ 6,318. Juliana Lopes, a irmã, também é assistente e trabalha na liderança do PSL desde o final do ano passado, quando o deputado Gil Diniz (sem partido), posteriormente expulso do partido, ainda era líder da bancada. Ela tem vencimentos de R $ 8.138.

Joyce disse ao Painel que já tinha histórico de trabalhos com política e por isso —e também por sua capacidade— foi escolhida pela deputada, que afirmou que a contratou por conhecê-la há muito tempo. Valéria Bolsonaro também disse que uma formação em farmácia da assistente tem relação com as pautas de seu mandato, mas não especificou de que maneira.

Chuchu foi apontado em levantamento do Facebook como um dos principais administradores de conjunto de páginas que divulgavam notícias falsas para exaltar Bolsonaro e atacar deputados, ministérios do STF e jornalistas.

Paulo Chuchu registrou um site chamado Brazilian Post, que teve suas páginas no Facebook e Instagram removidas. Os sites promoviam a Aliança pelo Brasil, partido que o Bolsonaro tenta criar, e atacavam rivais dos bolsonaristas e a mídia.

Em agosto, o Tribunal de Justiça de São Paulo negou recurso apresentado por ele para reaver suas contas na plataforma.

Relatório revelado pelo Painel, dados da CPMI das Notícias Falsas informações pelo deputado Alexandre Frota (PSDB-SP) à Polícia Federal ligariam Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), ao esquema de técnicas virtuais contra os opositores da família.

Em depoimento à Polícia Federal prestado em 29 de setembro, Frota levou diversos números de IPs de computadores de Brasília e do Rio que foi identificado como participantes de ações de disseminação de notícias falsas na internet.

Segundo o parlamentar, os IPs estão ligados a um e-mail oficial do filho do presidente.

Segundo os dados levados à PF, alguns dos IPs foram identificados em computadores pessoais em um imóvel no Rio de Janeiro na avenida Pasteur, no apartamento declarado por Eduardo à Justiça Eleitoral.

Um outro IP foi relacionado a uma casa no Jardim Botânico, em Brasília, onde o deputado mora.

O email identificada na utilização dos IPs, de acordo com Frota, é o [email protected], o mesmo declarado por Eduardo no registro de sua candidatura em 2018

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Fonte: Post Completo