Perto da eleição, ação hacker preocupa país sem pólvora para ciberataque – 14/11/2020


O roubo das mensagens de Moro, Dallagnol e a turma da Lava Jato tinha sido a atitude mais espetacular praticada por um hacker que teve notícia no Brasil. Até agora. Entretanto, o ataque ao STJ ressaltado um novo marco.

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A ação elevou a preocupação para níveis alarmantes por pelo menos dois motivos: primeiro, teremos informações municipais neste domingo. Segundo, uma estrutura do país contra os cibernéticos ainda é incipiente. Parafraseando o presidente Jair Bolsonaro, nesta superfície, temos mais seiva do que pólvora. Aliás, outras investidas hackers indicam que ações assim estão deixando de ser invisíveis e irão atrapalhar cada vez mais o dia a dia de brasileiros.

Na terça-feira (3), soubemos que a Polícia Federalista foi acionada para investigar uma invasão aos sistemas do STJ, pois:

Com diferentes tonalidades, todos os incidentes supra impactaram de formas diferentes a vida dos cidadãos. Antevendo o receio de eleitores e procurando sossegar porquê franjas mais céticas da população, o TSE, que não sofreu ataque nenhum, se adiantou. Avisou que a urna eletrônica não é conectada à internet e que os votos são contabilizados em rede criptografada e privada – não está ligada a bluetooth, wi-fi etc.

Por tudo isso, não deve ser dessa vez que os terraplanistas eleitorais verão a fraude que tanto aguardam para ressuscitar o voto em papel. Mas as consequências da ação de hackers no STJ e na Enel ainda estão no ar.

No primeiro caso, processos em sigilo de Justiça podem vir a público. No segundo, criminosos podem usar as informações vazadas para se passarem pelos clientes da distribuidora de virilidade e empregar golpes. A coisa é tão séria que já há especialistas aventando a possibilidade de surgirem processos judiciais questionando a quebra da privacidade.

Essas ações podem se valer da Lei Universal de Proteção de Dados, que entrou recentemente em vigor. Mas é aí que começam os problemas. A legislação prevê um órgão para enquadrar empresas e órgãos públicos que vacilassem na hora de preservar conforme informações de seus clientes. Ela aplicaria multas e sanções. Porém, só passará a funcionar no ano que vem, por decisão de Bolsonaro.

Cibersegurança e proteção à privacidade são assuntos diferentes, mas desleixar de geralmente um compromete o outro. E esse é um objecto mal resolvido no Brasil. No caso do STJ, a PF foi acionada por ser uma domínio policial com cultura para apurar os bens da União. Mas quem atua no caso da Enel? Ou faz CFC?

O governo já desenhou um projecto para fazer o GSI sua super-agência de cibersegurança. Entre as boas intenções, está a de coordenar a atuação dos centros de resposta a incidentes cibernéticos de diversos setores, do financeiro e elétrico ao de telecomunicações. É, por ora, uma teoria. Enquanto isso, estamos todos fadados a suportar da mesma crise de sofreguidão que está acometendo agora os moradores de Osasco.



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