Prefeito de Campinas se opõe a multa por uso de máscara


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Prefeito de Campinas, Jonas Donizette

Prefeito de Campinas, Jonas Donizette

Foto: Divulgação / PMC

SOROCABA – O prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB), discordou do plano do governador João Doria (PSDB) de aplicar multa de R $ 500 a quem por flagrar sem máscara no Estado de São Paulo. No caso de comerciais comerciais, um montante total de R $ 5 mil por pessoa que estiver sem protetor. Donizette disse preferir uma sanção moral à multa pecuniária. "Em cidades onde multas foram impostas, uma autuação foi pequena", disse. O anúncio das multas foi feito nesta segunda-feira, 29, pelo governador, em direto transmitido por redes sociais. A medida será publicada no Diário Oficial.

O prefeito de Campinas disse que não acompanhou um governador ao vivo, mas que pode aplicar o que chamou de multa moral. "Vou usar os jovens que integram o programa Juventude Conectada e eles ficam nas ruas para orientar a população sobre a necessidade de proteção. Não existe uma multa pecuniária, é tentar fazer com que as pessoas se conscientizem", continuou.

Segundo o gestor municipal, se vier a adotar uma multa, não será nos valores propostos pelo governador. "Quero algo mais próximo da realidade", afirmou, lembrando que o governador tem autoridade para tomar as medidas que considera procedimentos em relação ao Estado.

Na última sexta-feira, 26, Jonas Donizette informou que enviou um pedido do governo estadual para que as cidades da região pudessem absorver parte dos pacientes da covid-19 que moram nos municípios do interior de Campinas. O objetivo seria evitar o envio de pacientes para hospitais estaduais em Campinas, como o Hospital de Clínicas e o Ambulatório Médico de Especialidades, que causam sobrecarga na rede hospitalar da cidade, que é pólo regional.

Na ocasião, Donizette lembrou que a cidade já existia na Grande São Paulo quando uma pandemia era mais forte no entorno da Capital. "Lá atrás vocês lembram quando São Paulo passou atrás, Campinas recebeu pacientes de Ferraz de Vasconcelos e Franco da Rocha, cidades da Região Metropolitana. Nós estamos pedindo agora uma via de mão dupla." Se houver ajuda, Campinas pretende usar os leitos do HC e do AME também para os moradores da cidade.

Nesta segunda-feira, Campinas teve 90% de lotação, com 39 leitos de UTI desocupados. Segundo ou secretário Carmino de Souza, com média de permanência na UTI, que foi de 20 dias no início da pandemia, caiu por 14 dias. Conforme o secretário, a Secretaria de Saúde do Estado oferece leitos em São Paulo para pacientes em Campinas, porém, para transferência desses pacientes seriamente necessária para um sistema de transporte sanitário exclusivo. Na semana passada, com os leitos da cidade lotada, um município de Sorocaba transferiu cinco pacientes da covid-19 para hospitais da capital paulista.

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Estadão

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Fonte: Post Completo