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Professores da rede privada de AL aceitam entrar em férias coletivas a partir de 4 de maio – Diário Penedense


Os professores da rede particular de Alagoas aceitam entrar em férias coletivas a partir do dia 4 de maio. Professores, representantes das escolas particulares e do setor técnico-administrativo assumiram o compromisso de firmar uma Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), na próxima segunda-feira (27), que define regras para a atuação dos profissionais envolvidos na pandemia de novos coronavírus.

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A medida foi definida durante a audiência de mediação conduzida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), nesta segunda-feira (20) para encontrar soluções diante de dificuldades enfrentadas pelos docentes na transmissão e gravação de aulas por meio digital.

Dentre as diretrizes selecionadas, o principal é o concessão de férias coletivas pelo período de 15 dias e as renováveis ​​por mais de 15, a partir de 4 de maio, a todos os professores da rede privada. As férias são necessárias para que as escolas criem uma estrutura que permita aos docentes gravar como aulas com qualidade e para os alunos que podem compreender o conteúdo repassado de forma remota.

A proposta de Convenção Coletiva de Trabalho também traz a possibilidade de funcionamento das escolas, com o máximo de 30% dos funcionários, para transmissão das aulas on-line e para o funcionamento do setor administrativo. De acordo com a proposta, como as escolas possuem demandas de atendimento aos pais e justificam o funcionamento de setores como portaria, serviços gerais, secretaria escolar, tesouraria, coordenação, além de sala de aula para gravação de aulas.

Os representantes solicitam ao governo de Alagoas uma flexibilização para diminuir o isolamento social para permitir essa possibilidade.

Em entrevista à imprensa, o procurador-chefe do MPT em Alagoas, Rafael Gazzaneo, destacou a importância de uma amostra para preparar ou professor diante do novo cenário digital e para evitar sobrecarga de trabalho e outros danos à saúde e segurança dos profissionais.

“O objetivo é que as escolas possam preparar melhor para esse novo cenário digital. A maioria dos professores não estava acostumada a ministrar esse tipo de aula e, agora, precisa de uma formação mínima para realizar esse tipo de transmissão. Muitos deles estavam sobrecarregados porque não há horários pré-fixados para os alunos que podem perder as dúvidas. São medidas importantes que permitem minimizar as dificuldades diante da emergência sanitária que estamos enfrentando ”, afirmou Gazzaneo.

Ainda de acordo com a proposta, a circulação de profissionais nas escolas – para gravação das aulas e atendimento aos pais – ocorre um acordo com as normas de saúde e segurança do trabalho, formando a proteção dos trabalhadores abertos do Covid-19. Caso a flexibilização seja concedida, uma vez que as escolas disponibilizam máscaras e gel de álcool para profissionais, estabelecem distâncias mínimas pelos órgãos de saúde, afastam o trabalho de grupo de risco, um exemplo dos maiores de 60 anos e portadores de doenças, com outras ações .

O acordo para assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho foi definido com a participação do MPT, Sinepe / Básico, Indicador de Professores (Sinpro / AL), Indicador de Estabelecimentos de Ensino e Indicador de Técnicos Administrativos. Um deputado estadual Jó Pereira, integrante da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa, assistiu a audiências e afirmou que irá ajudar na solução de problemas ao fazer gestos junto ao gabinete de crise criado pelo governo do Estado, com o objetivo de flexibilizar os esquemas atuais em relação às escolas, para que as instituições possam funcionar excepcionalmente, sem a presença dos alunos, para a gravação das aulas e o funcionamento dos setores administrativos.

cadaminuto / com Assessoria



Fonte: Post Completo