Rodolfo sofre por Gugu um ano depois morte: Tomei remédios – Televisão


Rodolfo Carlos, ídolo da TV nos anos 90, quer voltar à TV por urgência. Ex-repórter de Ratinho e Gugu Liberato, ele passou a uma pandemia de coronavírus solitário no campo, em Juiz de Fora (MG). Recentemente, transferiu-se para a Grande São Paulo para permanecer mais perto do trabalho que deu glória e reconhecimento. Ao lado de ET (Cláudio Chirinian), forma uma das duplas mais bem-sucedidas da televisão.

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Semoto da mídia, Rodolfo decidiu ressurgir em entrevista exclusiva ao NaTelinha e contou bastidores de suas passagens pela Record e SBT. Ele começou em um jornal de Osasco (SP), escreveu para o jornal sensacionalista Notícias Populares e estudos com Nelson Rubens na rádio Record antes integrar a equipe do Cá Agora. No jornalístico do SBT, conheceu Celso Russomanno e, na sequência, desempenhou com Ratinho e Gugu, por quem confessa ainda chorar em função de sua morte trágica, há um ano.

Rodolfo relembra uma vez que participou da geração de alguns dos quadros e personagens mais conhecidos da TV, uma vez que o teste de DNA, Xaropinho e ET no Ratinho Livre, e Vídeos Legais no Domingo Lítico. Ele ainda revela que Edir Macedo tentou impedir a estreia de ET e que Silvio Santos o fez no quadro em que fingia acordá-lo.

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Com 50 anos recém-completados e mesmo fora dos holofotes, Rodolfo ainda se sente capaz de produzir teor de qualidade na televisão. Leia a entrevista aquém:

Cá agora

“Eu era produtor do Gil Gomes, e quando gravava no interno de São Paulo eu segurava microfone uma vez que se fosse ele e depois inseria o Gil uma vez que se ele tivesse ido para lá. No Cá Agora, conheci o Celso Russomanno e participei da geração do quadro de resguardo do consumidor.

Saí do programa para trabalhar na campanha de Russomanno para deputado federalista, em 1994, e foi o mais votado. Ele se elegeu, fui secretário parlamentar em Brasília e fabrici para produzir o Brasil Já, na CNT, porque o Russomanno era companheiro dos donos da emissora.

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A CNT me pedia para ir a Curitiba uma vez por semana para as reuniões de tarifa. O Ratinho me encontrou e pediu para eu apresentá-lo ao Russomanno. Depois, larguei tudo que eu tinha em Brasília para produzir 190 Urgente, telejornal dele, em São Paulo “.

Ratinho

“Falei para o Ratinho: ‘Seu programa é uma reprodução malfeita do Cá Agora. Não podemos mais mostrar corpos porque a Justiça de São Paulo bloqueou. Sangue também foi proibido. Vamos fazer pendência de marido e mulher, de vizinho? Vamos recontar histórias de fantasmas? ‘. Ele agarrou no meu pescoço:’ Quero! ‘. Fui até Minas Gerais para procurar histórias de fantasmas. Dávamos traço de audiência, no dia seguinte subimos para 4 pontos. Depois, chegamos a 14.

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Quando chegamos à Record, nem tínhamos telefonamos. O primeiro estúdio era muito pequeno, ia até minha família. O Eduardo Mascarenhas aparecia na recepção com alguns bonecos e eu o deixava entrar. O Ratinho me mandou não deixar o rapaz entrar porque o programa era ‘sério’ (risos). Falei para ele: ‘Desculpe, mas o Ratinho não quer mais. Pode vir, mas sem bonecos ‘. Ele ficou triste, olhei para ele e pedi um rato com bigode, cassetete na mão e gravata. No dia seguinte, corri para a plateia, peguei o boneco e botei na rosto do Ratinho: ‘Ele fez você!’. O Ratinho se apaixonou e já abriu o programa mostrando o boneco.

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O pedido Mascarenhas diz que ele criou o boneco, mas foi meu e quem confeccionou foi a sua tia. Ele é um Pinóquio manipulando um rato.

No Ratinho Livre, criei o quadro do teste de DNA. Um dia, contei a história de um presidiário que teve um fruto mas não acreditava que era dele e matou a garoto quando saiu da enxovia. Liguei para os maiores laboratórios de teste de DNA, que na estação custavam R $ 70 milénio, e falei: ‘Fui produtor do Gil Gomes, vi muito delito na minha vida’, desabafei. E me deram um teste. Depois, ganhamos patrocínios.

Quando saí do programa, o Ratinho ameaçou mandar toda a minha equipe embora e disse que tiraria tudo que era meu: DNA, Xaropinho, Caroço e Oliva, Sombra. Eu já tinha oferecido um ultimato, mas ele achou que eu nunca o deixaria, tanto que ele chorou para mim no telefone quando assinei com o SBT. Falou que eu era uma vez que um irmão para ele e pediu para eu voltar para um disco. No dia seguinte, o diretor artístico, Eduardo Lafon, pediu para eu continuar. Concordei, desde que não fosse com Ratinho. Comecei uma vez que companheiro dele, quando larguei o Russomanno para fazer produção em São Paulo. Ele não estava cumprindo com algumas coisas. Era grana mesmo “.

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ET

“Encontrei o Cláudio durante uma reportagem. Uma mulher com emulação enfiou uma chave de greta de 20 graus na gorgomilos dele enquanto dormia. Fiz o invitação para ele fazer o programa de televisão. Levei na Record. No primeiro dia, o irmão dele nos ameaçou de processo pensando que o trataríamos uma vez que uma anormalidade. No outro dia, o sacerdote Edir Macedo questionou: ‘Que história é essa de ET na minha televisão?’. Expliquei: ‘Senhor Edir, esse rapaz é armênio, estudado, de classe média, mora em Osasco e é muito querido por todos. Vamos fazer uma pândega e tirá-lo de uma caixa uma vez que se eu fosse um investigador ‘.

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Depois, foi o Ratinho que não queria por pretexto do caso do Latininho, do Faustão [o Domingão ridicularizou um rapaz com deficiência física e mental]. Falei: ‘Já coloquei no seu programa varão grávido, hermafrodita. Sabemos uma vez que fazer, não exploramos ‘. No outro dia, foram os advogados da empresa da qual peguei a caixa para esconder o e tentaram impedir. Tampei a marca.

Criei o ET uma vez que se fosse o garçom chileno do Jô Soares. O terninho era uma fantasia única disponível na Record. Ele seria mandado embora um mês depois, porque não teria mais função “.


Rodolfo e ET no Domingo Lítico – Foto: Divulgação / SBT

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Domingo Lítico

“Dei muita audiência no Gugu não só com o ET, mas com os quadros que criei.” Acorda Silvio Santos “foi o primeiro. ‘Por que a gente não acorda o Silvio Santos?’. O diretor, Magrão, disse que o Silvio Insisti: ‘Vamos fingir? Alugue uma mansão com peruca e dentadura lá dentro e a gente tenta invadir, mas sempre dá inverídico’.

Silvio Santos dava ideias para o quadro. Ele adorava, porque a gente o chamava de desdentado, careca, de tudo quanto é nome. Eu sugeri que alguém do SBT na leito dele, uma vez que o Liminha, o Celso Portiolli.

Fui o primeiro a colocar vídeos da internet na TV. Não queria videocassetadas, queria material inédito, coisas engraçadas sem pessoas caindo. Na estação, as pessoas enviavam por e-mail. Fui indiciado por um jornal de exibir vídeos sem direitos e senti terror de ser processado pela primeira vez na vida. Pensei que iria perder o ocupação.

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Fiquei dez anos sem o ET. Em 2001, houve uma deposição de tapume de 400 profissionais, e todos que recebiam mais de R $ 20 milénio seriam mandados embora. Ele ganhava o duplo de mim porque era contratado uma vez que artista e eu, uma vez que jornalista.

Na Record, fiquei três meses com o Gugu. Falaram que não deu a mesma audiência, mas é pataratice. Saí porque depois de três meses não me registraram. Eu tinha um processo trabalhista em curso e não podia trabalhar sem registro “.

Mundo

“Na estação do Cá Agora, cheguei a ser chamado para trabalhar uma vez que pauteiro do SPTV, mas não foi contratado. Quando levaram Serginho Groisman e Ana Maria Braga, meu estava empregado negociando, mas não fui. Na terceira vez, o diretor Roberto Talma ( 1949-2015) marcou um jantar comigo para negociar um programa aos domingos, antes do Faustão e sem o ET. Gugu triplicou meu salário para permanecer no SBT. Recusei a proposta e ouvi: ‘Você está dizendo não para a Mundo?’. me arrependi. A Mundo gosta de fabricar. Só estão no ar coisas antigas porque ninguém cria mais. Sou de Osasco uma vez que o Boni. Brinco que o Boni incorpora em mim mesmo em vida. A TV precisa de novas novas. Os diretores criam para eles e se esquecem do público “.

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Volta à TV

“Já recebi dois convites para voltar à televisão. Estou quieto na minha morada. Não estava pensando em voltar para a TV. Meu companheiro, meu vizinho [Gugu] faz muita falta para mim. Muita mesmo. Passei a quarentena em Minas Gerais, em fevereiro. Sinto muita falta do meu vizinho, por isso fiquei sem ver televisão até semana passada.

Ainda tenho uma vez que colaborar com a televisão. Não senti falta porque a morte do Gugu me abalou muito. Fiquei com raiva quando ele morreu. Tive que me tratar, tomei remédios. Fui diagnosticado com fobia. Quando começou uma pandemia, não me preocupei muito porque já estava confinado havia muito tempo. Ainda tento assimilar algumas coisas “.

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