Serviço de Desentupidora em São paulo

Sem professores, professores substitutos da rede estadual, recorrendo a doações em Campinas | Campinas e Região


Os professores de duas categorias da rede estadual de educação estão sem e, por conta do contrato com o governo de São Paulo, também têm dificuldades para receber o Auxílio Emergencial. Segundo a Apeoesp, indicou que representa uma categoria, e menos de 50 documentos procurou uma entidade para relacionar o problema.

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Um deles é o professor de arte Rodrigo Costa Leite. Há um ano, Leite começou a dar aulas na rede estadual como professor substituto e com remuneração que varia de acordo com as horas trabalhadas. Com uma suspensão das aulas presenciais, perdeu uma fonte de renda.

"Eu solicitei o Auxílio Emergencial e infelizmente foi negado depois de um mês por conta de existir um contrato com o governo do estado de São Paulo. Infelizmente, hoje, estou contando com a ajuda de amigos", relata.

Sem renda, professor de artes da rede estadual de educação de Campinas vive com ajuda de amigos – Foto: Reprodução / EPTV

Segundo a Apeoesp, são dois grupos de docentes afetados – categoria "O" e professores eventuais – que dependem da quantidade de horas / aulas para receber.

A categoria O não é concursada e também não possui garantia de estabilidade. Já os professores eventuais são os que substituem os documentos titulares, na ausência deles.

Para amenizar a situação dos profissionais, a Apeoesp realiza uma campanha de arrecadação de alimentos e produtos de limpeza. É a primeira vez na história que o indicador faz uma ação dessa para apoiar os professores.

Ao todo, 93 subsede o indicador de adesão aderente à campanha. Foram disponibilizadas cartas nas portas dos indicadores. Duas vezes por semana, recebe doações e encaminhamento para os professores.

No entanto, no caso específico de Leite, a ajuda não veio. Como ele não é afiliado à entidade, não recebe como doações. "Eu acho muito humilhante, na verdade. Agora, durante uma pandemia, estou sem dinheiro. Difícil a nossa situação".

Pela primeira vez na história, a Apeoesp montou uma campanha de arrecadação de alimentos para professores – Foto: Helen Sacconi / EPTV

A diretora estadual da Apeoesp, Suely Fátima de Oliveira, afirma que foram oferecidas ações judiciais para profissionais voltados a receber remuneração. Segundo ela, a Justiça aceita alguns dos pedidos, ou pode servir como precedente para outros casos.

Em nota, uma Secretaria de Educação do Estado declarou que mantém o pagamento regular do salário de mais de 180 milhões de documentos durante uma pandemia.

"Sobre o caso do professor (Rodrigo Costa Leite) em questão, uma pasta esclarecida com um acordo complementar com a lei complementar nº 1.093 / 2009 ou o professor eventual é remunerado por uma aula ministrada presencialmente usando a falta do titular da aula".



Fonte: Post Completo