Sindicalista investigado por roubo e correção é recluso em São José dos Campos | Vale do Paraíba e Região


Ele estava em frente à refinaria quando foi abordado por policiais militares na manhã desta quinta. No dia anterior, já havia ocorrido uma confusão envolvendo os sindicalistas na frente da refinaria (veja supra). O sindicato afirma que o confronto ocorreu depois uma tentativa de tertúlia ser impedida.

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Segundo a PM, havia uma ordem judicial que impedia que ele se aproximasse da Revap. Também havia um mandado de prisão preventiva contra ele expedido pela Justiça Federalista por culpa de correção.

No dia 17 de agosto, por exemplo, houve uma confusão na frente da Revap. Os sindicalistas apresentam jogado bombas em direção à vans que fazem o transporte de trabalhadores.

Confusão em frente à Revap no dia 17 de agosto – Foto: Registo Pessoal

Ivam é investigado pela Polícia Federalista pela atuação no Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias da Construção e Montagem Industrial (Sintricom). Ele nega porquê acusações.

Em outubro de 2019, um PF promoveu uma operação ‘Pau na Gata’, com objetivo de desarticular uma organização criminosa voltada a prática de crimes de roubo, ameaço e crimes contra organização do trabalho praticados, em tese, por representantes do sindicato contra trabalhadores terceirizados da Revap.

Na ocasião, o policiais apreenderam R $ 260 milénio em moeda, uma revólver com silenciador e numeração raspada, munições de 0,380, um bloqueador de sinais de celular, computadores e documentos.

As investigações tiveram início depois denúncias de várias empresas terceirizadas da Revap. Elas denunciaram que a ação do sindicato era extremamente violenta, com depredação de ônibus e veículos particulares, nas casas de empregados das empresas, inclusive com disparos de arma de lume, entre outras.

PF investiga denúncias de extorsão e correção em sindicato de São José dos Campos

PF investiga denúncias de roubo e correção em sindicato de São José dos Campos

Ivam Rodrigues foi levado para a Polícia Federalista. A resguardo de Ivam Rodrigues não quis comentar a prisão até a publicação da reportagem. O Sintricom negou uma denúncia de ameaço e afirma que Ivam é níveo de perseguição.

Em entrevista ao Fantástico no início do ano, Ivam negou porquê correção e roubo para forçar as contratações de pessoas ligadas ao sindicato. “As empresas falam que muitas vezes cá na nossa base territorial não tem mão de obra especializada. E o sindicato tem um banco de dados. Aí eu ofereço”, disse.

Ivan negou ser proprietário da arma apreendida no sindicato e disse que o moeda apreendido em operação no sítio é lícito. Ele ainda acusou empresas de infiltrar pessoas em movimento para reprimir trabalhadores.

Sindicalista investigado por roubo e correção é recluso em São José dos Campos – Foto: Reprodução / TV Orbe

A investigação da Polícia Federalista teve início depois confusões envolvendo sindicalistas na portaria da Refinaria Henrique Lage.

Os incidentes tiveram início por culpa da contratação de terceirizados para trabalhar na refinaria. Foram quase 70 boletins de ocorrência contra sindicalistas e desde 2019 a Polícia Militar escolta ônibus com funcionários até o trabalho.

Alguns atos chegaram a terminar em confusão. Em junho de 2019, cinco pessoas foram detidas depois o conflito na portaria da refinaria. Em fevereiro do mesmo ano, os sindicalistas chegaram a fechar a marginal da Dutra e foram dispersados ​​pela Polícia Militar.

Em ocasiões anteriores, o sindicato alegou que a presença na portaria da Revap era para fazer assembleias e revistar o cumprimento do convénio coletivo, que prevê contratação de mão-de-obra sítio. Desde o início, os sindicalistas alegam que essa cláusula não é cumprida, o que é negado pelas empresas terceirizadas.

Integrantes do Sintricon foram até a Polícia Federalista de São José dos Campos depois sindicalista ser represado pela PM – Foto: Pedro Melo / TV Vanguarda



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